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Documentário aborda como pessoas com deficiência lidam com a moda.

05:52:00


De pouco em pouco, a moda caminha para a inclusão. Surgem marcas que oferecem collants e binders de vários tons de cor da pele, linhas de roupas que são desenvolvidas com o público LGBT e coleções feitas apenas em tamanhos grandes. Entre as minorias, estão também as pessoas com deficiência, que constantemente não são lembradas como consumidoras na moda.
“Nós somos corpos invisíveis para a moda”, afirma Michele Simões, estilista e autora do blog Guia do Viajante Cadeirante e do evento Fashion Day Inclusivo. Ela se tornou cadeirante após sofrer um acidente em 2006 - foi partir daí que se originou o projeto # MEU CORPO É REAL. Através de um minidocumentário, a estilista deu voz a pessoas com diferentes tipos de deficiência para falar justamente sobre como a moda não enxerga esse público como consumidores - e fazer essa indústria perceber isso. “A moda tem um padrão hegemônico. Será que é só esse corpo que existe? Então nosso corpo não existe", diz Michele.
A partir dos bastidores de um ensaio fotográfico, o vídeo mostra os problemas e desejos que pessoas com deficiência enfrentam ao lidar com moda. "Todas as roupas eu tenho que ajustar. Se tenho que ajustar, é porque a indústria não está preparada para me atender", aponta uma das entrevistadas. Outra, por sua vez, lembra a importância da representatividade: "eu gostaria de abrir uma revista e ver uma cadeirante, ver uma pessoa amputada".
No entanto, vale observar que o # MEU CORPO É REAL busca ir ainda além: a ideia é falar sobre corpos reais como um todo. No Instagram, por exemplo, o projeto compartilha fotos de outras minorias falando sobre a relação de seus corpos com a moda. E no fim, sempre há uma reflexão em comum: afinal, para quais corpos a moda trabalha?
Assista ao minidocumentário do projeto:





A mídia aposta no que a sociedade gosta de ver!

07:40:00
 

Nessa semana foi divulgada uma foto da campanha #SomosTodosParalímpicos, onde  o anúncio traz Cléo na pele Bruna Alexandre, paratleta do tênis de mesa, e Paulo no corpo de Renato Leite, da categoria vôlei sentado.

Mas, a campanha não foi bem sucedida e acabou recebendo uma "chuva de crítica". 

O que muitos alegam é que poderia ter sido usado alguma pessoa com deficiência de verdade para representar, não sendo necessário o uso do photoshop para fazer de conta que alguém tem uma deficiência. Algumas pessoas com deficiência, de certa forma,  se sentiram ofendidas e disseram que não se sentem representadas de verdade.

Críticas e mais críticas... Mas quero te convidar para refletir e pensar de quem é a culpa de tudo isso.

Pois bem, todos nós sabemos que o principal objetivo da mídia é a visibilidade. Quanto mais acessos, melhor!

Infelizmente, os atores globais chamam muito mais atenção do que alguém com deficiência, por serem mais conhecidos. Faça um teste e pergunte para alguém se conhece o Daniel Dias (nadador paralímpico), ou se conhece a Paola Antinini (a musa dos Jogos Paralímpicos)... Nem mesmo algumas pessoas com deficiência os conhecem!

A questão é que a mídia aposta no que -parte- da sociedade quer ver. E a culpa não é da campanha, tão pouco dos atores. A culpa é da sociedade que não apoia em nada a nossa causa, que acha ruim quando o seu filho recebe um novo coleguinha com deficiência, que reclama da demora do cadeirante subir no ônibus, que estaciona na vaga reservada de estacionamento, que tira o seu filho de perto de uma pessoa com deficiência, que finge ser "amigo dos Cadeirantes" só porque acredita que por tá comprando uma rifa já tá ajudando...

É claro que não podemos generalizar, existem muitas pessoas que realmente apóiam a nossa causa. As coisas estão melhorando pra gente, até discussões como essas colaboram com isso. Mas, não vejo a Cleo, nem o Paulinho, como vilões da história. Eles só fazem parte da mídia e do que o povo "aceita" ver...É triste, mas é a realidade!

Pais criam cadeira de rodas caseira para filhinha de 2 anos (e ela amou!)

06:04:00



Essa é uma daquelas histórias em que usamos sabiamente a máxima: “Se a vida lhe der limões, faça uma bela limonada”.

Evelyn Moore foi diagnosticada com um tumor na espinha aos 4 meses de idade. O tumor estava esmagando uma de suas vértebras e é como se ela fosse portadora de espinha bífida. Após 8 rodadas de quimioterapia, o tumor entrou em remissão. Porém, Evelyn ficou paralisada da cintura para baixo.

“Você vai para casa e chora. No outro dia, acorda e são a mãe e o pai mais fortes do mundo, porque você simplesmente não tem outra opção”, confessa a mãe da bebê, Kim.

A GRANDE IDEIA QUE TROUXE LIBERDADE A EVELYN









Kim contou à ABC News que estava navegando pelo Pinterest quando achou uma cadeira de rodas super bacana.

Ela, então, perguntou ao marido se ele conseguia construir algo parecido e, depois de uma volta pelos estabelecimentos da cidade a procura de peças, um assento e os menores pneus possíveis, a cadeirinha de rodas de Evelyn estava pronta.

“Primeiro, ela aprendeu a ir para trás e depois para frente. Em pouco tempo descobriu como virar e, agora, temos uma lombada no meio da nossa sala, porque ela virou uma ‘ligeirinha’”

, contou Kim.

EVELYN É TRATADA COMO QUALQUER OUTRA CRIANÇA DE 1 ANO

De acordo com a mãe da garota, as pessoas ficam felizes por notarem que ela trata a filha como qualquer outra criança de 1 ano de idade.

“Algumas crianças já andam nessa idade e outras não. Evelyn vem rodando atrás de mim pelo mercado”, informou.

Kim disse que tudo que elas precisam fazer juntas leva, no mínimo, 2 horas e meia para ser feito, porque todo esforço está concentrado nos bracinhos da filha.

A NOVA CADEIRA

Evelyn agora está sendo treinada para utilizar uma versão industrializada da sua cadeira, chamada de ZipZac.

A nova cadeira permite que a garota consiga ficar em outras posições e que fique sentada mais adequadamente. Porém, ela tem maior dificuldade para girar as rodas.

“Ela tem que fazer mais força e, por isso, treinamos todos os dias”, contou Kim.

Veja no vídeo abaixo como Evelyn se movimenta com agilidade com a sua pequena cadeira de rodas e a felicidade inocente de criança estampada em seu rostinho… <3


Jovem com condição rara faz sucesso como blogueira de beleza.

05:11:00

Marimar Quiroa é uma californiana de 21 anos que sabe se maquiar como ninguém. Mais que isso: ela é uma blogueira de beleza que tem mais de 111 mil seguidores no YouTube. "Meu canal é para apoiar a comunidade com deficiência auditiva e outras pessoas também", ela diz na descrição da sua página.
Marimar nasceu com um higroma cístico, uma condição rara de saúde que consiste em um tumor benigno. Por isso, ela precisa da ajuda de uma espécie de tubo para conseguir respirar, e fala através da língua de sinais. A jovem já fez diversas cirurgias para reduzir o tamanho do cisto, e dois anos atrás, decidiu começar o seu canal no YouTube para dividir seus truques de beleza.
"As pessoas dizem que eu sou bonita e que amam a minha maquiagem. [Mas] eu já encontrei pessoas negativas, tanto no YouTube quanto no meu cotidiano", ela contou em um vídeo do Barcroft TV. "Quando vejo que estão me encarando, ou eu digo para elas pararem ou apenas as ignoro. Mas se elas estão olhando para mim, eu as encaro de volta. E me recuso a virar até elas pararem de fazer isso".
Marimar está fazendo faculdade de Pedagogia, e pretende se tornar professora de crianças com deficiência auditiva. "Para mim, beleza é aceitar quem você mesmo do jeito que você é, e ignorar o que as outras pessoas te dizem. Você mostra como a sua beleza é. Não importa se o seu rosto é diferente. Aceite-se a si mesmo".
Veja um dos tutoriais de maquiagem dela:

Assista ao vídeo completo de Marimar no Barcroft TV (em inglês):

5 coisas que toda Pessoa Com Deficiência precisa saber

17:37:00

Vivemos em uma sociedade onde o acesso a informação ainda é difícil. Porém, a internet está aí e vem facilitando a vida de muitos nessa questão. 

Aproveitando justamente esse meio, venho compartilhar com você os 05 direitos importantíssimos que toda pessoa com deficiência precisa saber. São informações que muitos não têm conhecimento e precisamos compartilhá-las pois, fazem grande diferença na vida dessas pessoas. 

Confira agora as "5 coisas que toda Pessoa Com Deficiência precisa saber":

01- TODAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA PODE RECEBER CADEIRA DE RODAS DO SUS
       Toda Pessoa Com Deficiência tem o direito de receber aparelhos ortopédicos, assim como cadeira de banho, cadeira de rodas, cadeira motorizada, muletas, próteses, entre outros.
       Conheça a lei, e saiba mais detalhes, clicando AQUI.

02- PESSOAS COM DEFICIÊNCIA PODEM SOLICITAR ISENÇÕES DE IMPOSTOS NA COMPRA DE CARROS 0KM
      As pessoas portadoras de deficiência física, visual, mental severa ou profunda, ou autistas, ainda que menores de 18 (dezoito) anos, poderão adquirir, diretamente ou por intermédio de seu representante legal, com isenção do IPI, automóvel de passageiros ou veículo de uso misto, de fabricação nacional, classificado na posição 87.03 da Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados (TIPI).
      Saiba mais detalhes clicando AQUI.

03- PESSOAS COM DEFICIÊNCIA PODEM TEM DIREITO AO PASSE-LIVRE
      O Passe Livre é um programa do Governo Federal que proporciona a pessoas com deficiência e carentes, gratuidade nas passagens para viajar entre os estados brasileiros. O Passe Livre é um compromisso assumido pelo governo e pelas empresas de transportes coletivos interestadual de passageiros para assegurar o respeito e a dignidade das pessoas com deficiência. Vale destacar que esse é um direito que todos podem e devem defender ainda que não fosse regulamentado por lei. É um direito justo e é legal!
      Saiba maiores detalhes clicando AQUI

04- ACOMPANHANTES PODE RECEBER DESCONTO NA PASSAGEM AÉREA
      De acordo com informações retiradas do Portal da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), todas as empresas aéreas oferecem desconto de 80% na passagem aérea de acompanhantes obrigatórios para passageiros com necessidades especiais.
      Ou seja, o cadeirante paga 100% do valor da passagem, mas se ele precisa de um acompanhante para viajar, o acompanhante ganha desconto de até 80% de sua passagem.

Para conseguir este desconto, não é tão complicado assim, veja como o que se deve fazer, clicando AQUI.

05- VAGA PREFERENCIAL DE ESTACIONAMENTO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
      Contrário do que muitos pesam, o adesivo do símbolo de cadeirante não garante o direito de usar a vaga reservada. Para a Pessoa Com Deficiência ou mobilidade reduzida poder estacionar na vaga preferencial, é obrigatório o usa do Cartão Nacional de Estacionamento DeFis-DSV.
      Pela nova regra, todos os municípios brasileiros passarão a adotar um modelo único de credencial definido pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Para adquirir essa nova credencial, as pessoas com deficiência precisam fazer ou refazer o cadastro no órgão de trânsito municipal ou no Detran.
      Saiba maiores detalhes clicando AQUI.

É claro que existem muitos outros direitos, leis, todos eles podem ser encontrados principalmente na Lei Brasileira de Inclusão (LBI). Clique AQUI para baixar!

Caso tenha alguma dúvida, ou observação, nos encaminhe para o e-mail cantinhodoscadeirantes@hotmail.com 

Noiva cadeirante surpreende a todos ao se levantar e caminhar até o altar

05:27:00

Uma das partes mais emocionantes de um casamento é a caminhada da noiva até o altar. Mas, nesse caso, emoção foi pouco para descrever.

A noiva, Jaquie Goncher, de 25 anos, que ficou paralisada do pescoço para baixo desde os 17 anos, surpreendeu seus convidados ao se levantar da cadeira de rodas e caminhar até o altar.

A ATLETA QUE VIROU CADEIRANTE

Após sofrer um trauma na coluna vertebral em um acidente que aconteceu enquanto nadava, Jaquie foi desenganada pelos médicos. De acordo com eles, ela dificilmente voltaria a andar.

Mas a adolescente determinada não se entregou e, seis meses após o prognóstico médico, Jaquie já conseguia ficar em pé. Mesmo assim, nos oitos anos seguintes, a garota se locomovia com a cadeira de rodas.

O fato de ter sido uma atleta antes do acidente foi a parte mais difícil na adaptação de Jaquie à nova realidade, pois ela não era capaz de fazer seus treinos.

“Eu ia à academia e ficava tão frustrada que eu não queria mais voltar lá. Eu tentava, mas continuava fracassando e me sentia muito mal”, a garota confessou em uma entrevista para a revista Cosmopolitan.

O CASAMENTO MOTIVOU JAQUIE A VOLTAR A ANDAR

Um ano antes de seu casamento, Jaquie estabeleceu uma meta: ser capaz de se levantar e andar em seu casamento.

Como se pode ver abaixo nas fotos incríveis do casamento dela, ela não só conseguiu alcançar seu objetivo, como se superou e dançou com seu noivo. O amor realmente pode tudo e é a força que move o mundo.

Só podemos desejar uma vida inteira de felicidade, cumplicidade e amor aos dois!


Demorou um pouco para que Jaquie conseguisse encontrar sua motivação e trabalhar em direção ao seu objetivo. 

Enfim, o grande dia chegou!



Voleibol Sentado - Paraolimpíadas RIO 2016

14:37:00


Prepare-se para cortadas e bloqueios emocionantes!

O voleibol sentado, disputado por atletas com dificuldades locomotoras, está nos Jogos Paralímpicos desde Arnhem 1980. No Rio 2016, oito seleções masculinas e oito femininas lutam pelo pódio.

Por que assistir?

A competição de voleibol sentado é uma das mais dinâmicas dos Jogos Paralímpicos – você vai vibrar, torcer e se emocionar com cortadas e bloqueios de tirar o fôlego.


Desafio

Com seis atletas de cada lado, as equipes jogam sentadas, separadas por uma rede baixa, com o objetivo de acertar a bola dentro da quadra do adversário

Os jogadores têm sua posição em quadra determinada pelo posicionamento de suas nádegas. 

Como pode ser observado na figura ao lado, há uma numeração da posição dos jogadores, de acordo com a WODV, seguindo a seguinte ordem: 
• 1 - Jogador da linha de trás, na direita.
• 2 - Jogador da linha de frente, na direita.
• 3 - Jogador da linha de frente, no centro.
• 4 - Jogador da linha de frente, na esquerda.
• 5 - Jogador da linha de trás, na esquerda.
• 6 - Jogador da linha de trás, no centro.

Quando ganha o direito de saque marcando um ponto, há uma rotação dos
jogadores no sentido horário. Cada jogador deve permanecer em sua posição até a realização
do saque, após eles podem se deslocar por toda a quadra

Os jogadores podem optar por dois tipos de saque, "saque por baixo" ou "saque por cima" veja como é feito:

- Saque por cima: para não ser bloqueado facilmente, deve ser realizado com muita precisão e velocidade, lançar a bola pouco acima da cabeça e bater direto no centro da bola.
- Saque por baixo: é um tipo de saque que pode ser muito utilizado no vôlei sentado, pois dificulta o bloqueio, que como vimos, é permitido pela regra. A batida será dada pela palma da mão, por ser a parte mais forte e de maior área, proporcionando precisão e potência; todos os dedos deverão estar unidos, inclusive o polegar, o que deixará a mão firme. Pode-se também efetuar esse saque posicionando-se lateralmente na quadra

Bloqueio: o time que está defendendo pode bloquear tanto o saque quanto as jogadas de ataque do adversário, para tanto deve-se manter contato com o chão enquanto isso.

Toque simples: assim como no vôlei tradicional, a bola deverá ser tocada com predominância pelos três dedos internos de cada mão, pelas partes internas. Os cotovelos deverão estar numa posição que permita os polegares estarem apontados um para o outro. O toque deverá ser realizado à frente do rosto, que estará levemente voltado para cima, posição que permite variação de direções, velocidade e precisão.

Toque de manchete: é usado mais comumente como o passe de recepção. No toque de manchete do vôlei tradicional, a impulsão da bola é ocasionada pela extensão das pernas, o que não é possível no vôlei sentado, já que a posição das pernas não permite tal movimento, sendo então, um fundamento pouco utilizado. Mas, nesse caso, o bom toque poderá ser obtido ficando os braços unidos, as mãos forçadas para baixo, fletindo levemente os cotovelos e os ombros para cima.

Leia mais sobre essa modalidade no Portal Brasil 2016.

Assista os vídeos sobre a Seleção Feminina de Vôlei Sentado








Natação

08:31:00



História
Uma das modalidades que reúne o maior número de participantes, a natação compõe o programa paraolímpico desde a primeira edição dos Jogos, em Roma-1960. A princípio, participavam das disputas apenas atletas com lesões medulares. Com o passar dos tempos, o esporte foi se estendendo a outras categorias de deficiências, tanto físicas quanto visuais e intelectuais.
O Brasil começou a ganhar força na natação em Stoke Mandeville (1984), ano em que faturou uma medalha de ouro, cinco de prata e uma de bronze. Outro ano de grande destaque foi 2004, em Atenas, quando o país conquistou sete medalhas de ouro (sendo seis de Clodoaldo Silva), três de prata e uma de bronze. Nos anos seguintes, ainda mais vitórias: Daniel Dias foi o responsável por conquistar, sozinho, nove medalhas em Pequim, sendo quatro de ouro. Em Londres, o atleta chegou à conquista de seis ouros. No total, o Brasil já conquistou 83 medalhas em Jogos Paraolímpicos, sendo 28 de ouro, 27 de prata e 28 de bronze. É a segunda modalidade que mais medalhas deu ao Brasil nos Jogos, atrás apenas do atletismo (109).

Há algumas adaptações nas regras da Federação Internacional de Natação (Fina) para as disputas paraolímpicas. Dependendo da deficiência, os atletas podem largar de dentro da água, sentados ou ao lado do bloco de partida. Também há casos em que recebem auxílio do técnico ou de um voluntário para a largada. Já entre os deficientes visuais, o tapper é a pessoa que usa um bastão, com ponta de espuma, para avisar o atleta sobre o momento da virada e da chegada. Nesse caso, os óculos dos atletas são opacos, para assegurar a igualdade de condições na prova.
Classificação
Quanto maior a deficiência, menor o número da classe (S - swimming; SB - nado peito; SM - nado medley):

S1 a S10 / SB1 a SB9 / SM1 a SM10
Atletas com limitações físico-motoras

S11, SB11, SM11, S12, SB12, SM12, S13, SB13, SM13
Atletas com deficiência visual (classificação segue como a do judô e do futebol de cinco)

S14, SB14, SM14
Atletas com deficiência intelectual

*Fonte: Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB)

As provas
Há provas masculinas e femininas:

- 50m, 100m, 200, 400m livre;
- 50m e 100m borboleta;
- 50m e 100m peito;
- 50m e 100m costas;
- 150m e 200m medley;
- Revezamentos.

Curiosidades

Nenhum recurso extra
Os atletas com amputações podem usar próteses em diversas modalidades das Paraolimpíadas. No entanto, o uso delas é proibido na natação. Dessa forma, os competidores só podem usar o próprio corpo quando entram na piscina.

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