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Como o cadeirante deve usar a escada rolante? Acesse e veja algumas dicas...

16:36:00
Foto: ACADEF

Muitos cadeirantes nos procuram para tirar dúvidas sobre sua mobilidade em locais distintos, principalmente em shoppings centers, aeroportos, trens e ônibus. Com relação ao acesso em ESCADAS ROLANTES, por exemplo, é preciso muita atenção e prática, pois o equipamento é MUITO PERIGOSO quando não há respeito perante as dicas de nossos profissionais especialistas da Fisioterapia e da Terapia Ocupacional.

Especialmente convidado o usuário, Joel Irineu Storck, aceitou mostrar essas dicas, em duas situações diferentes, a primeira com cadeira motorizada e a segunda com cadeira manual, acompanhado do fisioterapeuta Jivago Di Napoli.




Confira as dicas, que servem tanto para cadeiras de rodas motorizadas como as convencionais:
Se puderes se organizar antes de sair de casa em seu itinerário, perfeito! Confira o site do estabelecimento, ligue para se informar se o local possui acessibilidade e sempre prefira utilizar os elevadores. Caso os elevadores estejam indisponíveis, verifique se o local oferece rampas ou plataformas para cadeiras de rodas;

Os símbolos de acesso estarão nos locais, conforme modelo:


Em rampas, só desça se tiver experiência. Caso contrário, solicite auxílio de outrem, sendo que o acompanhante deverá lhe conduzir de ré pela descida da rampa. Incline seu corpo para frente, assim evitarás que sua cadeira tombe de costas. Caso o estabelecimento não possua rampas ou elevadores, e houver a opção pelas escadas ROLANTES, a maneira correta e segura de subir/descer com sua cadeira de rodas é sempre ACOMPANHADO por outra pessoa capaz e, tanto na subida como na descida o acompanhante deverá estar atrás de você a um passo de distância de seu equipamento, apoiando na bengala do encosto. Pode ser o próprio segurança ou monitor do local devidamente orientado ou seu amigo ou familiar.

Posicione-se próximo à área da escada, desligue sua cadeira e destrave/libere os freios para sistema manual. Com sua cadeira de rodas, sempre suba de frente e desça de costas, segurando os corrimãos com ambas as mãos até o final do último patamar, com seu corpo inclinado para frente da cadeira de rodas. O acompanhante deverá lhe conduzir preferencialmente quando a escada estiver sem outras pessoas no mesmo fluxo, ou que sejam convidadas a aguardar sua saída, para evitar acidentes.

ÔNIBUS e TRENS

Se o coletivo estiver equipado com a plataforma vertical, a orientação máxima, é que proceda com embarque na plataforma de ré e desça de frente. Siga as orientações com a supervisão do responsável pelo veículo coletivo, pois há diferentes modelos. No caso de trens ou ônibus que possuam sistema de nivelamento, observe se não há vão entre a plataforma de embarque e o veículo. Caso haja um vão, solicite que o responsável pelo veículo lhe ajude a transpor manualmente este obstáculo. Se o vão for demasiado espaçoso, solicite uma rampa ou ponte-guia para embarcar/desembarcar com segurança.

os vídeos importantes para você assistir, mostram abaixo o CERTO e o ERRADO em escadas rolantes com usuários de cadeiras de rodas:





(mas não retire as mãos do corrimão!)

Como não descer escada rolante, você confere no vídeo abaixo:

Jamais desça escadas rolante com sua cadeira de rodas de frente!


Sempre utilize o auxílio de um condutor atrás de você tanto na subida como na descida, mas lembre-se sempre de utilizar os corrimãos caso não tenha supervisão de outrém.




Se sua cadeira motorizada não possui RODAS ANTITOMBO NA TRASEIRA, não ingresse sozinho na escada rolante, solicite ajuda, ou procure a rampa. No vídeo abaixo, a pessoa sofreu grave acidente!


Profissionais consultados:

Jivago Di Napoli, é mestre em acessibilidade e inclusão social da APTA FISIOTERAPIA E ACESSIBILIDADE-LTDA

Natália Cardoso é Terapeuta Ocupacional da ACADEF.

Passeios turísticos são adaptados para pessoas com deficiência física em Alagoas

15:21:00


As praias e lagoas paradisíacas de Alagoas são atrativos turísticos para todo mundo, mas para todo mundo mesmo. Diversos passeios estão adaptados para receber pessoas com alguma deficiência física.

Na Lagoa Manguaba, em Marechal Deodoro, a 30 km de Maceió, a prática de stand up paddle é inclusiva. A bailarina Gabriela Amorim aproveitou para curtir um pouco do esporte, que até então não sabia que era possível praticar.

"Eu nunca ia saber que tinha essa opção de fazer stand up paddle pra cadeirante. Foi uma experiência incrível, eu amo ter contato com a água, é muito maravilhoso poder me sentir livre, flutuando, é uma sensação indescritível", contou a bailarina.

A fisioterapeuta Aline Gomes, que não enxerga, também se aventurou na prancha de SUP.

"Tudo o que eu não consigo fazer em terra como pessoa com deficiência, eu consigo fazer na água. O equilíbrio mesmo é que está sendo incrível, porque eu tenho dificuldade de equilíbrio e consegui me equilibrar agora tranquilamente", comemorou Aline.

Na capital, o projeto Praia Acessível acontece uma vez por mês, geralmente no sábado, na praia da Pajuçara.

"Sempre estamos trazendo coisas novas, trouxemos uma piscina para os meninos que têm autismo brincarem, eles gostam muito de água. Tem várias outras atividades que a gente vem trazendo e adaptando para cada deficiência", explicou João de Barro, coordenador do projeto.
Edmilson é cadeirante, mas conseguiu realizar mergulho nas piscinas naturais de Maceió — Foto: Reprodução/TV Globo

Os cadeirantes ainda ganham uma passarela na praia para que quem tem problema de locomoção possa chegar até a água.

E já que estamos na água, o passeio pode ser estendido até as piscinas naturais dentro do mar. As jangadas que levam os banhistas até lá também são adaptadas para quem usa cadeira de rodas.

A prefeitura de Maceió e a Capitania dos Portos tem realizado capacitações com os jangadeiros para garantir o serviço acessível a todos os públicos.

"O coração está a mil, eu já andei de barcos, mas nunca de jangada. Balança, mas é um balançar muito gostoso. A expectativa é enorme, porque não só vou para as piscinas naturais, mas também vou mergulhar", afirmou o mochileiro Edmilson Sá.

"É uma sensação de liberdade que eu jamais pensaria que ia ter. Sabe quando você esquece que você não anda? Eu acho que isso vai ficar marcado sempre. E aí você percebe como é gostoso quando as coisas têm acessibilidade e você não precisa se preocupar com mais nada, você só vive, e isso não tem preço, é maravilhoso", disse Edmilson após o mergulho.

Assista o vídeo:

Via: G1




Conheça Heitor Henrique...

05:51:00

Venho hoje aqui no cantinho dos cadeirantes contar um pouco da minha história a vocês, se com isso eu puder ajudar uma pessoa sequer, eu já ficarei muito feliz!

Bom, tudo começou há 3 anos e 4 meses atrás no dia 8/5/2015, eu fazia entregas de moto para o supermercado onde eu trabalhava quando o descanso da moto desceu, pegou no chão e me arremessou, não sei os lugares exatos onde eu bati mas neste dia eu fraturei minha coluna altura t3 t4 t5 dentre vários outros ferimentos, clavícula, pulmões e escoriações por todo corpo. 


Daí pra frente minha vida mudou completamente, primeiros meses eu não conseguia fazer absolutamente nada sozinho, dependia dos meus pais pra tudo mal conseguia ficar sentado sem alguém pra me segurar. 

O mais impressionante é que ainda sim eu só conseguia agradecer a Deus pela segunda chance e por ter pessoas que me amavam cuidando de mim, por mais que aqueles definitivamente não fossem meus planos eu sabia que era os planos de Deus, eu nunca questionei, nunca me abati, nunca tirei o sorriso do rosto e a fé do coração. 

O tempo passou, eu aprendi a me virar e como se não bastasse eu voltei a praticar o esporte que eu amava, a musculação. Mas eu não só voltei como voltei com mais sede do que nunca, dedicação compromisso e amor! Hoje eu sou Vice campeão Brasileiro de Fisiculturismo pela IFBB e não pretendo parar por aí. 

Então minha mensagem a você é a seguinte: Jamais perca sua fé, não desista de seus sonhos pois não existe nada neste mundo que te impeça de alcançar seus objetivos, valorize quem ficou ao seu lado e seja grato. 

Essa é minha história, se quiser me conhecer melhor segue lá no insta @heitorhenrique_ifbb


Criança autista de 6 anos é agredida com tapas por voluntária de escola pública do DF

06:48:00


Uma criança com autismo de 6 anos foi agredida com tapas por uma educadora social voluntária do Centro de Educação Infantil 2 de Sobradinho, no Distrito Federal. O caso ocorreu no último dia 18, em uma atividade conjunta entre os alunos.

Segundo a ata da escola que relatou o fato, a educadora social revidou o tapa que teria recebido no rosto. Depois disso, também deu outro tapa no braço. A professora titular da sala viu a ação e levou a voluntária para a coordenação.

A mãe da criança agredida, Thais Martins, registrou boletim de ocorrência na 13ª Delegacia de Polícia, em Sobradinho, e pretende entrar na Justiça contra a voluntária. "Quando os professores me contaram, eu me assustei, chorei, estava desesperada. Cheguei à escola e o diretor estava com o pessoal do conselho tutelar, que me aconselhou a fazer um boletim de ocorrência. Foi o que eu fiz", disse.

"Ela não era preparada para lidar com uma criança especial."

Depois da agressão, a criança deixou de ir para a escola, pois estava muito agitada. Agora, já retomou os estudos.


A orientadora foi expulsa da escola. A instituição colocou outra pessoa para cumprir a mesma função na turma.



Via: G1

Menina de 2 anos aprende libras para comunicar-se com seus pais

17:06:00


Manuela Armstrong Martins, de 2 anos, já fala e tem uma boa audição. Há 1 ano ela começou a aprender os primeiros gestos na Língua Brasileira de Sinais (Libras) com a própria mãe, Thatyane Martins, e hoje não há barreiras na comunicação da família que mora em Campo Grande (MS).


De acordo com o pai de Manu, Ralf Amorim Armstrong, de 34 anos, ele ficou emocionado quando a filha começou a se comunicar em libras antes mesmo de completar o primeiro ano de vida:


“A primeira vez eu estava lavando louça quando ela chegou em mim e me chamou de 'papai' em libras. Depois disso, ela só foi se aperfeiçoando”, explica.
Ralf lembra que ficou muito contente, porque viu o esforço da filha, tão pequena, tentando falar com os pais na língua deles.

Foi a mãe que começou a ensinar a criança a conversar em libras, assim como a outra filha do casal. Thaminy Martins, de 13 anos, também nasceu sem deficiência auditiva.

Manu antes mesmo de compeltar 1 ano,
começou a aprender libras para comunicar-se
 com os pais. — Foto: arquivo pessoa


A mãe precisou adaptar-se para atender as filhas porque, por exemplo, não ouvia o choro das crianças. Por telefone, a irmã de Ralf, Janaine de Barros, traduziu o depoimento de Thatyane :


“Como não ouvia a Manu chorar quando era bem pequena eu tive que colocá-la para dormir comigo e assim passei a entender os horários que ela acordava, mamava e até mesmo para dar banho nela. Chegou um ponto em que ela já não chorava para chamar minha atenção, ela me puxava”, relembra a mãe .

Thaminy é quem traduz o depoimento dos pais. Ela explica que a irmã está aprendendo a identificar os animais, e do jeito dela, fala com os pais.

Para a mãe, para pais surdos, ter filhos que falam e ouvem normalmente não representa uma dificuldade, pelo contrário: "É um presente de Deus para deixar a vida de todos mais bonita".



Manu antes mesmo de compeltar 1 ano, começou a aprender libras para comunicar-se com os pais. — Foto: arquivo pessoa
Via: G1

Atriz de 'Grey's Anatomy' fala sobre sua filha com síndrome de Down e a importância da conscientização

17:13:00

Conhecida por seu papel como Amelia Shepard em “Grey's Anatomy”, a atriz Caterina Scorsone publicou uma foto muito especial no seu Instagram para chamar a atenção para o “Mês da Conscientização sobre a Síndrome de Down” nos Estados Unidos.




Para isso, ela publicou alguns momentos fofos da sua filha de 1 ano, Paloma Michaela, com uma legenda linda e sincera:

“Outubro é o mês da conscientização da síndrome de Down. Aqui está uma pequena informação. 1 em cada 700 bebês nasce com síndrome de Down. A linguagem é importante. Os pais não têm 'RISCO' de 1 em 700 de ter um bebê com síndrome de Down. Os pais têm 1 CHANCE em cada 700 de ter um bebê com síndrome de Down, assim como têm 50% de CHANCE de ter uma menina e 50% de CHANCE de ter um menino. As diferenças são lindas. A linguagem muda com o pensamento das pessoas. As palavras são importantes.”, escreveu Caterina.

Nas imagens, ela também mostra a filha mais velha, Eliza, de 6 anos, dando mamadeira para a caçula.





Via: www.metrojornal.com.br

Falta de acessibilidade até as urnas ainda é a realidade...

06:29:00

Neste última domingo, dia 07, foi o dia de exercer a cidadania e escolher candidatos a senadores, governadores, presidente... Porém, muitas pessoas de todo o canto do Brasil foram impedidas deste direito por não haver acessibilidade até o local da votação.

O Tribunal Eleitoral até fez uma campanha orientando às pessoas com deficiência para se dirigirem até o cartório eleitoral e solicitarem a transferência para uma seção especial, porém, nem todos ficaram sabendo e acabaram não solicitando sua transferência. Foi o caso do gaúcho Sergio, que é cadeirante e teve que ser carregado para votar.

Confira o registro feita por Pamela, filha de Sergio:



Em Minas Gerais, a Maria Laura Santos acompanhou sua mãe, Reisla Soares, e registrou em seu instagram (@laurassant) toda a falta de preparo da equipe que trabalhou no dia e também contou que quando ligou para a Polícia na tentativa de registrar um Boletim de Ocorrência, a atendente a orientou que ela deveria aceitar ser carregada para subir as escadas e que ela é que não estava querendo ser "ajudada".

Outro caso ocorreu no Rio de Janeiro com Patrícia Lorete, porém, ela sempre votou em uma escola onde nunca teve problema com a acessibilidade, mas nos últimos dias,  depois do prazo de pedir transferência para seção especial, mudaram o local de votação por estar localizado em uma zona de violência.



Encontramos no Estatuto da Pessoa Com Deficiência o artigo 76 que afirma: "O poder público deve garantir à pessoa com deficiência todos os direitos políticos e a oportunidade de exercê-los em igualdade de condições com as demais pessoas". 

Mas, infelizmente muitas pessoas com deficiência tiveram seu direito violado neste primeiro turno e tudo indica que passarão pelo mesmo no segundo turno.

Culpa deles que não solicitaram por uma seção especial, ou culpa do Estado que não oferece acessibilidade?

Conheça Daniela Bublitz...

06:28:00

Oie gente , meu nome é Daniela Bublitz tenho 23 anos , sou cantora . Nasci com AME ( amiotrofia muscular espinhal ) primeiramente diagnosticada com tipo II mas devido ao meu quadro clínico hoje sou diagnostica com tipo III . Meus pais descobriram minha doença quando eu tinha 1 ano de idade e na época o médico me deu expectativa de caminhar até os 8 anos e de vida aos 12 . Caminhei até os 13. Minha infância não foi fácil pois sofri muito preconceito , mas apesar disso sempre levei minha vida com sorriso no rosto e vendo as coisas pela lado positivo. 

Com 8 anos descobri minha paixão a música , a qual até hoje me ajuda a superar muitos problemas ( até ajuda muito com a AME pois trabalha o diafragma ) meu sonho hoje é com a música transmitir esperança a pessoas que a perderam e mostrar que tudo é possível , apesar das dificuldades , se sonharmos e lutarmos por aquilo . 




Me formei em teatro , tele novela e cinema no ICAB de POrto Alegre , estudo de 6 anos de técnica vocal , 3 anos de teoria musical na escola de música Corda e COrdas de Porto Alegre - Rs.

Já ganhei concursos de canto como também um concurso para escolha da Embaixatriz do Chimarrão do RS. 

Hoje estou num novo desafio, creio que desafios nos impulsionam, me escrevi para escolha das soberanas ( princesas e rainha ) da Festa nacional do chimarrão a Fenachim, uma festa que ocorre de 2 em 2 anos em Venâncio Aires - RS , festa grande e bem divulgada. 

Estou nesse concurso pra quebrar paradigmas, pra criarmos mais acessibilidade e igualdade , assunto tão falado nas as vezes esquecido , está sendo um desafio maravilhoso. Já consegui colocar rampa em um palco e um ônibus acessível pro passeio
, coisas que não tinham.

Acredito que muitas pessoas lutam pela mesma causa , então peço a ajuda de vocês para votarem em mim e fazermos essa mudança acontecer é só se cadastrar e a cada 4 horas pode deixar 1 voto.
https://www.venancioaires.rs.gov.br/especial/soberanas-fenachim/votar-daniela-bublitz-06

Conto com vocês para realização desse sonho que é um sonho para todos

 

Guincho para cadeirantes: tudo que você precisa saber sobre ele

09:27:00


Você já pensou em como seria mais prático se pudesse contar com um equipamento para ajudar na movimentação dos cadeirantes? Pois é, muitos cuidadores e parentes de pessoas com dificuldade de locomoção também pensaram nisso até que descobriram o guincho.

Trata-se de um aliado para facilitar as atividades mais corriqueiras, como realizar a higiene da pessoal, movimentá-lo até o banheiro e transportá-lo com segurança para a cadeira de rodas, por exemplo.

Também funciona muito bem com usuários acometidos por deficiências, como a Esclerose Amiotrófica ou Parkinson, que devem ser movimentados e levantados com uma certa regularidade da cama para evitar irritações na pele e atrofia dos músculos.

Só que a movimentação incorreta pode causar dores desnecessárias e até prejudicar ainda mais o seu quadro, dependendo do tipo de lesão.

Por esta razão, neste post vamos dar detalhes sobre este equipamento para que você fique seguro na escolha e na correta utilização.


O que é o guincho?

O guincho, também conhecido como elevador individual ou guincho de transferência, é um aparelho desenvolvido para auxiliar a transferência de pessoas com mobilidade reduzida por conta de doenças ou deficiências físicas, além de idosos e obesos.

Como o guincho funciona?

Dependendo do peso, tipo de lesão e até idade, as mudanças de posição e transição entre cama e cadeira de rodas, por exemplo, podem ser bastante complexas.
Não é incomum precisar da ajuda de mais de uma pessoa para realizar certos movimentos.
Por isso, o equipamento funciona como um elevador mecânico, diminuindo a necessidade do uso de força física pelo auxiliador, que vai conseguir sozinho transferir uma pessoa de até 200 kg, dependendo do modelo do guincho usado.
O operador do guincho deve acomodar o paciente com cuidado no cesto de tecido –  conforme as instruções de uso -, antes de prendê-lo nos ganchos do elevador individual.
Depois de se certificar que o paciente está seguro, o auxiliador aciona o levantamento do guincho e, com a pessoa erguida, pode transferi-la para a cadeira ou transportá-la para onde precisar.

Tipos de guinchos de transferência

Os aparelhos de transferência podem ser elétricos ou hidráulicos. Conheça as características de cada um:

Guincho de transferência hidráulico

Neste equipamento, o içamento do paciente é feito por meio de uma manivela, ou mesmo um pedal, deixando as mãos livres para realizar outras atividades.
O guincho hidráulico funciona com uma bomba hidráulica, que reduz o esforço feito pelo cuidador ao levantar a pessoa acamada.
Sua vantagem é que sem a presença da bateria, o peso total do aparelho tende a ser menor, facilitando o seu transporte.

Guincho de transferência elétrico

O guincho elétrico funciona de uma maneira bastante similar ao modelo hidráulico.
A maior diferença é que o içamento do paciente é feito por um motor, acionado por um botão e mantido por baterias.
Uma das vantagens do modelo elétrico é que ele não exige esforço físico nenhum do operador.

Indicações para uso do guincho de transferência

Embora a maior indicação para este tipo de equipamento seja o paciente acamado, a lista de pessoas que podem se beneficiar com o uso não para aí.
O guincho também é adequado para idosos e obesos e também para pessoas com:
  • Mobilidade reduzida;
  • Comprometimento do desempenho funcional;
  • Distrofia muscular;
  • Esclerose múltipla;
  • Esclerose lateral amiotrófica;
  • Osteogênese imperfeita;
  • Amiotrofia espinhal;
  • Osteoporose;
  • Parkinson;
  • Alzheimer;
  • Paralisia cerebral;
  • Lesão encefálica;
  • Acidente vascular encefálico, derrame;
  • Lesão medular, tetraplegia;

Vantagens do guincho de transferência de pessoas acamadas

Entre as principais vantagens em contar com este aparelho em casa, em clínicas e até no hospital estão:
  • Facilitar a locomoção e transferência;
  • Permitir a transferência feita por apenas um cuidador;
  • Evitar riscos de queda;
  • Dar mais segurança ao paciente movimentado;
  • Facilitar a higiene e idas ao banheiro

Como usar o guincho para pessoas acamadas

Apesar de ser um aparelho de fácil manuseio, o ideal é que o familiar ou cuidador que for utilizá-lo tenha prática ou algum treinamento. Acompanhe os passos:
  • Role o paciente com cuidado, colocando-o de lado
  • Coloque o cesto do guincho perto do paciente
  • Role o paciente de volta, certificando que ele fique centralizado no cesto
  • Alinhe o paciente nos apoios do cesto de acordo com o modelo
  • Com o guincho perto da cama, prenda o cesto nos ganchos do aparelho
  • Use o elevador individual para içar a pessoa acamada
  • Com cuidado, movimente o guincho e leve o paciente para onde precisar
Veja no vídeo um exemplo de como usar o guincho com um paciente na cadeira de rodas

Quanto custa o elevador individual de transferência?

É possível encontrar guinchos para acamados custando entre R$ 6 mil e R$ 10 mil, dependendo do modelo e do sistema de içamento utilizado.
Apesar de ser um investimento relativamente alto, é importante que o preço do elevador individual não seja o único fator levado em consideração.
Atente-se sempre à qualidade, tradição da marca, garantia e se as características se aplicam às necessidades do usuário.

Principais marcas de guincho para acamados

O mercado oferece uma gama grande de marcas de elevadores individuais, aumentando a quantidade de modelos encontrados.
Confira:

Elevador Guincho Individual Freedom

Uma das características do guincho Freedom é ser compacto, podendo passar com tranquilidade em portas de até 60 cm de largura.
Além disso, o tamanho das rodinhas dos aparelhos também foi pensado levando em consideração a baixa altura das camas box.
Os aparelhos da marca Freedom são alimentados por baterias de autonomia alta, de até dez dias.
Dependendo do modelo, alguns dos guinchos de transferência Freedom também permitem que o paciente fique ereto.

Guincho de transferência Seat Mobile

A Seat Mobile produz guinchos de transferência que também chama de lift. Com uma capacidade de até 200 kg, os modelos desta marca também funcionam à bateria.
Os equipamentos da Seat Mobile contam com um selo de certificação da Anvisa.
O cesto é feito em nylon e o apoio pra cabeça do usuário em vinil.
Apesar de ser utilizado para atividades de higiene, as baterias do produto não devem entrar em contato com a água.   

Guincho de transferência Ortobras

A Ortobras é uma marca tradicional no mercado de soluções de mobilidade, desenvolvendo também uma linha de cadeiras de rodas bem conhecida.
Com o guincho para acamados, não é diferente. A Ortobras oferece modelos fáceis de manusear e de excepcional rigidez, de qualidade garantida e reconhecida entre os especialistas.

Como escolher o guincho para acamados

Agora que você tem muitas informações sobre o produto, resta apenas os cuidados básicos para se decidir entre as opções.
Como sempre lembramos aqui no blog da Ortobraz, só compre produtos para saúde e bem-estar com orientação médica e em lojas especializadas.
Verifique se o vendedor realmente conhece o produto e suas características. Tire todas as dúvidas e só feche a compra se se sentir seguro.
Não leve em conta apenas fatores como preço ou facilidade de pagamento. O que está em jogo é a praticidade no cuidado com o acamado e a melhoria na qualidade de vida dele.
Se gostou do artigo, compartilhe com pessoas que precisam destas informações.
NA LOJA VIRTUAL DA ORTOBRAZ VOCÊ ENCONTRA ESTES, E MUITOS OUTROS PRODUTOS. ACESSE: www.ortobraz.com.br

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