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Construindo GUINCHO DE TRANSFERÊNCIA, sem gastar muito!

17:26:00


Esta é uma postagem feita por Diego Mitterstein que aceitou compartilhar com a gente o guincho de transferência que ele criou para usar no carro e em casa e com certeza pode servir e facilitar a vida de muitos. 

VALOR: R$400,00 

A transferência da cadeira de rodas, do carro ou de um cômodo para o outro, sempre foi algo muito trabalhoso e difícilEm busca de algo prático e que fosse fácil de manusear e desmontar, surgiu a ideia dguincho.  
Esse guincho de transferência é uma boa opção para quem tem pouco espaço em casa ou precisa levar o guincho no carro para outros lugares. Sendo compacto, acaba tornando a transferência prática e rápida.  

PROCESSO: É bem fácil e rápido de fazer, qualquer Serralheiro ou Soldador faz o serviço, são necessários os seguintes itens: 
  1. Barra de Ferro 
  1. Rodízios Giratórios (Rodas)  
  1. Macaco Hidráulico  
  1. Napa (Cesto de transferência) 
  1. Argolas de Metal  
Fico a disposição se alguém tiver alguma dúvida.   


Diego Mitterstein  diegomitterstein@hotmail.com  www.facebook.com/DiegoMitterstein 

Gato ganha próteses nas patinhas traseiras após ser atropelado por um trem

07:52:00

Pooh é um gato que morava pelas ruas da Bulgária quando foi encontrado sem as duas patas traseiras por uma senhora que o alimentou e o levou ao veterinário. De acordo a ONG Let's Adopt, (Vamos Adotar, em português) o gatinho estava próximo a uma linha ferroviária e o mais provável é que ele tenha sido atropelado por um trem.

Após tratar e salvar o animalzinho, o veterinário Zlatinov decidiu tentar fazer com que o felino voltasse a andar. Para isso, foram colocadas próteses inovadoras em suas patinhas traseiras. Apesar de ainda estar em recuperação, o gato já consegue andar, brincar e até correr.

“Pooh recebeu suas próteses por meio de um método biônico muito inovador chamado próteses ITAP que foi criando pelo professor Noel Fitzpatrick em 2009, no Reino Unido”, revelou Vyara Mladenova, da Let's Adopt.


Como são as próteses?

Para conseguir voltar a andar, Pooh precisou de dois tipos de próteses: as endoproteses (implantes integrados diretamente aos ossos) e exoproteses (“sapatos” que permitem que ele pise).

Seguno Vyara, os “sapatinhos” foram criados por uma empresa búlgara que é especializada em próteses veterinária, a Orthovet Medical.

Atualmente, o gatinho está se recuperando da sua mais recente cirurgia e morando temporariamente com voluntários da Let's Adopt. As pessoas que já demonstraram interesse em adotar o felino estão sendo entrevistadas pela ONG.

“Ele se sente perfeitamente confortável com suas novas pernas biônicas. Esperamos que ele tenha um lar definitivo em breve”, comenta a Vyara.


Via: https://goo.gl/5NBCrX

Conheça Fernanda Bueri...

17:52:00


Minha vida é dividida a partir de um marco: a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), mundialmente conhecida através da campanha do desafio do balde de gelo. Trata-se, sinteticamente, de uma doença autodegenerativa do sistema nervoso, responsável por comprometer progressiva e irreversivelmente os movimentos de membros inferiores e superiores, bem como dos músculos da deglutição, vocais e os respiratórios. Aos poucos, o paciente não anda, não fala, não come e, por fim, ocorre uma insuficiência respiratória. Bom, parece terrível mas não é, acreditem em mim! 

Em se tratando da Fernanda anterior à ELA, sempre fui muito ativa, tanto fisicamente quanto intelectualmente. Frequentei colégio federal de renome após ter sido aprovada em concurso público. Em seguida, fui aluna de duas grandes Universidades públicas, tendo me formado na Faculdade Nacional de Direito da UFRJ, em 2012, e sido admitida no quadro de inscritos da Ordem dos Advogados do Brasil no mesmo ano. 

Do mesmo modo que minha vida estudantil era agitada, a social também era. Extrovertida, alegre, divertida, determinada, independente e preocupada com o próximo etc. Todos assim me conheciam. Adorava dançar, conversar sobre os mais diversos assuntos, passear com minha família e sair com amigos. Namorados? Tive muitos! Sou eterna amante do amor. Correr na orla de Copacabana era um hobby, andar de bicicleta era uma paixão.

Enfim, em março de 2013, os primeiros sintomas começaram a aparecer e, a partir das fortes cãibras, as quais me paralisavam, dos desequilíbrios, a ponto de me fazerem cair, e do profundo cansaço, que insistia em me deixar prostrada na cama, que minha vida nunca mais foi a mesma. Poucos meses depois de me graduar, vi planos, expectativas e sonhos se desfazerem. 

No dia 18 de abril de 2014, o diagnóstico trouxe a certeza de que eu jamais seria a mesma.
Estar diante de uma mudança tão avassaladora e de uma cruel realidade, no auge dos meus 25 anos era assustador. Naquele momento, ali mesmo no consultório médico com minha família, desabei em prantos e lágrimas. Contudo, no mesmo dia fiz a principal escolha da minha vida: viver com a mesma alegria que eu sempre tive apesar de tudo que poderia acontecer comigo pela frente. Eu não deveria ser infeliz e amargurada pelos próximos anos. Não poderia fazer isso comigo.

Posso dizer que a Fernanda de antes não existe mais. Ou melhor, ela foi repaginada e o maior desafio da minha vida se impôs a mim a partir de então. Aliás, de forma constante porque, a cada dia eu deveria lutar não apenas contra uma doença fatal e sem cura, mas também, principalmente, era necessário lutar continuamente para preservar a minha alegria, autoestima e conquistar, com todo o empenho uma vida, o que fosse o mais próximo possível da realidade de uma jovem em plena capacidade produtiva, romântica e cheia de amor pela vida! 

Assim, na contramão do que geralmente ocorre quando recebemos a notícia de que temos uma doença sem cura e que acarretará cada vez maior limitação à sua vida, a minha vontade de viver cresceu e o desejo de aproveitar a vida aumentou vertiginosamente. De fato, a superação é para poucos. No entanto, qualquer situação se torna mais fácil de lidar a partir do instante no qual nos fazemos a seguinte indagação: Por que não comigo?

Assim, a partir desse despertar consegui enxergar oportunidades em vez de dor e sofrimento. Um novo e diferente caminho se abria para mim. Maravilhas aconteceriam se eu me entregasse plenamente à minha vigente realidade. Era preciso coragem diária para encarar meus mais profundos medos e também muita fé para esperar sempre o melhor neste recente caminho. Pois bem, tenho conseguido superar tudo! E, claro, meu novo caminho tem me fortalecido imensamente! 

Atualmente, devido a presença da ELA em minha vida, inspiro milhares de pessoas por meio de minha página numa rede social (clique aqui para conhecer) e sou alvo de muita solidariedade, generosidade, muito carinho e afeto de todos que me ajudam e me admiram, dada a postura que revelo em relação à doença. Ademais, graças aos inúmeros anjos que me cercam, realizei o grande sonho de voltar a escrever, estudar, trabalhar e, finalmente, ostentar um tantinho de autonomia! Escrevo com os olhos graças à um aparelho de alta tecnologia que só me foi possível porque, como eu disse, estou cercada de anjos! Não é maravilhoso? A ELA limitou meus movimentos, mas não foi capaz de me impedir de sonhar. Planos não me faltam agora, estou até escrevendo um livro!

Portanto, acredito que se temos qualquer limitação ou dificuldade não podemos permitir que isso nos paralise, que nos torne incapazes, ou mesmo de sermos úteis, de sorrir, de amar e, especialmente, dentre tantas coisas, de tocar o coração das pessoas. Apesar de estar presa ao meu corpo, sinto minha alma cada vez mais livre e alçando voos sempre maiores. Isto porque “a paralisia do corpo não deve significar a da alma”. Ademais, particularmente no caso de pessoas com deficiência creio que fomos escolhidos para algum propósito, tal como testemunhar e transmitir ao mundo uma mensagem de gratidão, solidariedade e valor à vida. Então, não podemos desperdiçar essa grande oportunidade que nos foi concedida, não é mesmo? Nunca é o fim, apenas um novo começo! E se for para recomeçar, que seja sempre para frente e para melhor.



DESABAFO - Não pude participar por ser cadeirante!

05:41:00

Eu estava passando por uma fase bem diferente de todas que já havia passado, me sentia rejeitada por todos, mas não entendia o motivo desse sentimento.

Depois de algum tempo eu comecei a refletir e perceber que essa minha tristeza começou a surgir desde o momento que eu me preocupava em ligar para os lugares (restaurantes, bares,...) para ver se tinha acesso pra mim, e na maioria das vezes não tinha. Quando eu não ligava, chegava no local e acabava tendo de ser carregada degraus a cima, ou ter que passar pela cozinha, e até mesmo ficar trancada na porta. Eu fingia que não, mas isso me deprimida muito...

Em certos momentos cheguei a tentar me convencer de que o melhor pra mim seria me isolar, "dar um tempo pra cabeça", pois deveria ser uma fase ruim e que logo as coisas iriam melhorar.

Mas os dias passaram e esse sentimento de rejeição não sumia, e para "ajudar", em menos de dois meses fui convidada para participar de dois eventos e um aniversário, mas os três foram realizados no segundo andar é não tinha acesso pra mim. Ouvir a frase "Todos estão convidados...Mas, desculpa Carol, não tem como você ir", me doía muito!

Nestas três vezes que eu não pude participar, em cada uma delas eu fui pro quarto praguejar a sociedade por ela não notar as minhas necessidades e nem fazer questão da minha presença... Mas do que isso iria adiantar?

Foi aí que decidi sair do quarto e fazer a sociedade me enxergar de verdade, e fazer a inclusão acontecer em todos os lugares!

Muita gente acredita que para a inclusão se tornar realidade, basta remover todas as barreiras arquitetônicas que está tudo resolvido... É claro que isso ajuda muito, mas antes de tudo, é essencial remover as barreiras ATITUDINAIS!

Na minha opinião, esse tipo de barreira é a pior de todas.

Barreiras atitudinais se refere a todo tipo de atitude que prejudica alguém. Como por exemplo, construir uma escada na entrada de algum local, sabendo que existem muitas pessoas que não conseguem subir nela. Essa falta de bom senso e de respeito é uma barreira atitudinal, pois devido a atitude de construir uma escada, acaba impedindo a entrada de pessoas com deficiência, idosos e outros.

Eu já fui em alguns pubs e sugeri algumas adaptações, mas não foram realizadas até hoje.

Essa falta de atitude em melhorar o ambiente pra gente, também é uma enorme barreiro que dificulta muito a inclusão das pessoas com deficiência.

Porém, quero acreditar que nem tudo está perdido e quero continuar sugerindo e provocando mudanças, pois sinto na pele como é ser excluída.

Chega de pensar que a culpa de eu estar passando por tudo isso, é da minha deficiência, a culpa é da sociedade que não quer me enxergar!

Vou fazer desse sentimento de rejeição, o meu combustível para brigar por mais lugares acessíveis, e também gritar "nós existimos"!

Não sei se vou melhorar, mas me isolar dentro do quarto por causa dos outros... não dá!
Mas lutar sozinha é muito difícil... Posso contar com sua ajuda também? 



Bailarina cadeirante participa de espetáculo de dança na Virada Cultural de São Paulo

18:21:00

A cadeirante Gabriela Carvalho, de 33 anos, subiu ao palco da Virada Cultural Paulista 2017 na manhã deste domingo (21), em São Paulo. Ela apresentou o espetáculo de balé 'Dançando sobre rodas".

Para Gabriela, que é do Vale do Paraíba, participar do espetáculo foi uma conquista - há dois anos ela não considerava a possibilidade de dançar sobre uma cadeira de rodas, muito menos dançar em grandes espetáculos. Gabriela nasceu prematura, tem paralisia cerebral e nunca andou.

"Eu sempre sonhei em ser dançarina, desde criança, mas sempre tive muita vergonha disso. Eu ficava dançando sozinha no meu quarto, escondida, sem deixar ninguém ver. Nem a minha mãe eu deixava ver", disse Gabriela.

O sonho virou realidade há dois anos, quando Gabriela conheceu o professor de dança Mateus Vasconcellos, de 26 anos. Os dois foram apresentados de maneira inusitada, por meio de uma postagem nas redes sociais feita pela Gabriela.

"Um belo dia, há dois anos, postei no Facebook que eu amava dançar. Uma amiga minha marcou o Mateus na minha publicação e ele veio conversar comigo. Ficamos conversando por uns três meses, até que ele me disse que tinha criado o projeto. Na hora eu nem acreditei que seria possível", explicou a bailarina.


Projeto

Durante os três meses em que o projeto era criado, Mateus estudou técnicas para conseguir desenvolver coreografias para cadeirantes. Ele conseguiu com que uma escola de dança aceitasse receber o projeto e criou a companhia de dança sobre rodas, chamada 'Between'.

"Eu dou aulas de dança desde os 15 anos e nesse período eu já havia trabalhado com balé clássico para cegos. Com a Gabriela foi tudo novidade, foi um desafio maior porque são dois elementos, a dançarina e a cadeira. Temos que levar em conta toda a questão psicológica também, o medo de cair e tudo mais", explicou Mateus.

"Com o tempo fomos realizando apresentações em escolas e festivais de música. Criei uma página no Facebook para ir divulgando tudo e, atualmente, mais uma cadeirante irá começar a fazer aulas com a gente. Já a apresentação da Virada Cultural foi pelo método convencional, nos inscrevemos e fomos convidados. Estou muito feliz", afirmou o professor de dança.

Para Gabriela, a apresentação na Virada Cultural foi resultado de muito trabalho, ensaios, tombos e, acima de tudo, a prova de que qualquer pessoa pode alcançar seus sonhos. "Eu quero poder incentivar as pessoas a realizarem seus sonhos. Sei que jamais vou conseguir mudar o mundo, mas que eu consiga mudar a cabeça de uma pessoa que seja, já será uma grande vitória", concluiu a bailarina.


Via: G1

Casal com esclerose múltipla ajuda outras pessoas através da internet

15:03:00
Dizem que tem gente que "já nasce mãe ou pai" mas isso é mentira, com a chegada de um bebê surgem vários desafios que ninguém sabe o que fazer. 

Cada mãe reage de um jeito, cada pai de outro e cada bebê também! Mas, não importa, no final todos se unem para enfrentar qualquer problema e aproveitam juntos cada momento feliz... Isso é família!

E quem disse que dois pais cadeirantes também não podem fazer isso juntos? 

Prova disso é o casal Bruna e Jota, que têm Esclerose Multipla e já passaram pelo Cantinho dos Cadeirantes ainda antes de seu filho nascer (clique aqui e veja).

Hoje eles relatam através do blog e do canal no youtube, toda a criação do pequeno Francisco e como a questão dos dois terem ELA pode atrapalhar, ou não.

Assista o vídeo: 

Conheça Isabella Oliveira...

17:18:00

Me chamo Isabella, tenho 19 anos , faço faculdade de administração.

Nasci com hidrocefalia e mielomeningocele, minha vida é quase normal, sempre aceitei numa boa, mas como todos já passei por fases difíceis, na escola eu passava mal direto e ninguém ajudava , chegava em casa chorando , na época foi difícil mas isso me tornou mt mais forte.

Me considero normal só que com algumas limitações, meu sonho é poder andar, pra ir a todos os lugares que sempre quis ir porque nem todos tem acessibilidade, e também pra poder agilizar os meus objetivos, saber cuidar de uma casa sozinha , ser TOTALMENTE independente .

A todos vocês que tem alguma deficiência saiba que isso é apenas uma palavra, pois todos somos normais, por isso sonhe e nunca perca a fé , pois isso é tudo na nossa vida

FAROL DAS ORCAS - Filme com personagem autista

06:07:00


O filme mostra a mãe de um garoto autista procurando tratamento para o filho com um tratador de Orcas e suas baleias. Beto é um homem solitário trabalhando em um parque nacional argentino. Amante da natureza e dos animais, ele passa seus dias observando orcas, leões marinhos e focas, até a chegada de Lola, uma mãe espanhola e seu filho autista de 11 anos, Tristan. Desesperada, Lola pede ajuda a Beto para tratar Tristan, ao que ele aceita, relutante. Emoções e problemas se seguem, obviamente.


Veja o trailer:


Não achamos o filme no youtube, mas você pode encontrar em todas as locadoras ou assisti-lo na Netflix.


Via: 
www.lancamentosdanetflix.com

Menina autista de apenas 5 anos cria pinturas impressionantes

05:28:00


A jovem inglesa Iris Grace, de apenas 5 anos, nasceu com autismo --uma disfunção global do desenvolvimento que pode prejudicar a capacidade das pessoas de interagirem socialmente. Mas, a pequena garota mostra que o problema possibilitou que ela desenvolvesse outras habilidades, como a pintura de belos quadros.

Mesmo sem ter aprendido a falar até os 5 anos, os pais da criança descobriram seu incrível talento para as artes e procuraram incentivá-la a desenvolver cada vez mais essas habilidades.


Iris cria incríveis obras de arte, que são comparadas até mesmo ao trabalho de Claude Monet, um dos maiores artistas do impressionismo. A jovem já tem inúmeros compradores e fãs, inclusive em sua página no Facebook, com quase 40 mil fãs.

Iveco lança o primeiro micro-ônibus 'acessível' do país

06:05:00



A Iveco Bus e a Caio acabam de lançar no mercado o primeiro micro-ônibus inclusivo do Brasil. Equipado com poltrona móvel, da marca Elevittá, o SoulClass tem como diferencial facilitar a acessibilidade para passageiros com mobilidade reduzida. 


A versão executiva acomoda 24 passageiros, incluindo até dois cadeirantes, mais o condutor. "Isso é possível graças ao Dispositivo de Poltrona Móvel (DPM) da Elevittá, que posiciona a poltrona preferencial do lado de fora do veículo, permitindo ao passageiro com mobilidade reduzida embarcar e desembarcar com mais conforto e segurança", explica Gustavo Serizawa, gerente de marketing de Produto da Iveco Bus para a América Latina.

Além da versão executiva, o SoulClass também tem uma opção escolar. 


Líder de mercado

O segmento de micro-ônibus encerrou 2016 com 1,2 mil unidades, tendo a Iveco Bus liderado com 48% de participação neste segmento. A empresa calcula que cerca de 8 mil unidades do micro-ônibus com chassi 70C17 estejam circulando pelo país atualmente.

O SoulClass se enquadra nas regras da portaria 269 do Inmetro, que entrará em vigor em julho, e exige dos novos ônibus do segmento rodoviário equipamentos para embarque e desembarque de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, disponibilizados também para outras versões, como os escolares.



Papa doa dinheiro a praia na Itália acessível a deficientes

16:35:00

O papa Francisco “pagou o aluguel anual” de uma praia em Focene, na Itália, totalmente adaptada para receber pessoas com deficiência. O “pagamento do aluguel” foi uma forma do líder católico Jorge Mario Bergoglio doar dinheiro para a colônia de férias de Focene, a 37 quilômetros do centro de Roma, que é gerenciada por voluntários. A verba será usada para custear os gastos do local por um ano. A notífica foi dada nesta terça-feira (25) pelo membro da Esmolaria do Vaticano Konrad Krajewski e confirmada pela associação Obra São Luis Gonzaga, que cuida da praia. A praia chamada de “La Madonnina” fica em Focene, a poucos quilômetros da capital italiana, e conta com apoio da Federação Italiana de Natação Paralímpica, que treina voluntários para atender ao público nos banhos de mar.

 Toda a praia contém passarelas acessíveis que interligam as áreas de serviço, como snack bar, duchas, vestiários e guarda-sóis). As cadeiras são adaptadas com rodas e o local dispõe de médicos e equipamentos de emergência. O estabelecimento, que não tem fins lucrativos, fica aberto ao público durante todo o verão europeu das 9h às 19h locais, todos os dias da semana. “A ideia é criar uma praia sem barreiras arquitetônicas nem mentais, onde todos possam aproveitar juntos o mar e seus benefícios”, disseram os criadores do estabelecimento, que funciona já há seis anos. (ANSA)

Via: istoe.com.br

Cadeirante perde 75 quilos e torna-se campeão de crossfit

17:30:00

O crossfit é um dos maiores desafios esportivos da atualidade. Espécie de circuito misturado com treinamento militar, inclui exercícios de alta intensidade, como arremesso de pneus gigantes, subida em corda e levantamento de peso acima de 100 quilos. Se é barra-pesada até para frequentadores assíduos das academias de ginástica, imagine, então, para os cadeirantes que estão praticando o esporte e participando de campeonatos.


Nesse caso, o grau de dificuldade é ainda maior, pois eles contam apenas com o auxílio dos braços e das mãos para realizar cada movimento. Há cerca de vinte atletas da modalidade nessas condições no país, mas ninguém foi tão longe quanto o acupunturista Diego Coelho, de 31 anos. Paulista de São Bernardo do Campo, no ABC, adotou a atividade em 2014 e hoje é o quinto melhor do mundo entre os paraplégicos.

Conseguiu a posição no ranking internacional em julho de 2016 ao vencer uma seletiva com 48 oponentes e viajar até o Canadá para disputar o UG Series. “Fiquei em pânico, porque eu parecia uma criança do lado daqueles caras enormes”, brinca. Seu desafio no momento é a participação no Open, maratona global que teve início em 23 de fevereiro e termina no fim deste mês. Cada concorrente disputa em seu país, num dos boxes (academias da especialidade) credenciados.

Neles, as provas são filmadas e os vídeos, enviados à sede do campeonato, nos Estados Unidos. Ganha quem apresentar a melhor pontuação. Diego concorre em um dos lugares que frequenta, o Crossfit Simio, no Ipiranga, o único 100% adaptado aos paraplégicos na capital. Ali, treina quatro horas por dia. “Muitos atletas sem deficiência não fazem metade do que ele é capaz de executar”, elogia seu treinador, Alberto Neto.

Formado em acupuntura e com doutorado em medicina chinesa na China, o campeão depende da cadeira de rodas desde outubro de 2011, quando sofreu um acidente de carro em São Bernardo do Campo. Seu veículo foi fechado por uma motocicleta e colidiu de frente com outro automóvel. Sua noiva, a dentista Suzi Lim, 33, estava no banco do passageiro e teve duas fraturas leves, uma na mão e a outra no peito. Diego saiu andando do local, mas teve complicações no hospital.

Depois de passar por uma operação, acordou sem o movimento das pernas. Desde então, os fins de semana de surfe em Ubatuba deram lugar a dias inteiros em frente à televisão. Pela falta de atividade física, seu peso subiu de 75 para 135 quilos. “Fazia de tudo para que ele não caísse em depressão, mas sempre se movia do sofá para a cama e vice-versa”, conta Suzi.

O estado de humor começou a melhorar em 2014. “Não dava para continuar vivendo daquela forma”, comenta. Ele se submeteu no mesmo ano a uma cirurgia bariátrica e inscreveu-se em uma academia com a meta de fazer musculação. Nesse período, um amigo o apresentou ao crossfit. Apaixonou- se pelo esporte e não o largou mais. “Cada treino é uma superação”, afirma. Em dois anos, emagreceu 75 quilos.


No exercício chamado rope climb, por exemplo, no qual as pessoas precisam usar as pernas para subir por uma corda, abandona a cadeira e sobe só com a força dos braços. Ao se dedicar cada vez mais à modalidade, ele acabou inspirando outras pessoas com deficiência física a adotar sua prática.

“Eu o vi subindo na barra de ferro com a cadeira amarrada na cintura e pensei: ‘É possível’ ”, diz o analista comercial Fernando Mendes, 33, que iniciou os treinos em 2016 e venceu em fevereiro a prova do Monstar Series, o maior campeonato de crossfit da América Latina, no Ginásio do Ibirapuera.


O evento ocorre há três anos. Em 2017, pela primeira vez, contou com a categoria cadeirante graças ao acupunturista. “Diego nos motivou e ajudou a criá-la”, explica o sócio fundador da competição, Paulo Menezes. Nos últimos dois anos, o paulista do ABC tornou-se responsável por disseminar a modalidade adaptada no país ao organizar cinco campeonatos e já obteve seis patrocinadores, todos ligados ao esporte.

Apesar da notoriedade, ainda não ganha dinheiro com isso. Vive de sua renda mensal de 3 500 reais obtida com sessões de acupuntura. No ano passado, recebeu da americana CrossFit Inc., detentora da marca crossfit, o certificado Level One, que o capacita a treinar atletas (ele é o único paraplégico brasileiro a ter esse título). Em fevereiro, ingressou no curso de educação física. “Quero viver dessa atividade para continuar motivando as pessoas”, planeja.

MÃE! Aquela que faz tudo para seu filho sorrir... (Ensaio fotográfico - Raquel Melo)

06:17:00

Ter filhos pode ser uma escolha, mas às vezes eles chegam de surpresa!

Vêm sem ninguém esperar, e ao som do primeiro choro conseguem transformar uma "mulher" em "MÃE".

Então, vários desafios começam a surgir... E quando seus filhos tem alguma deficiência, as mães fazem de tudo para vê-los sorrir!

Adriana é uma dessas mães, ela e seu pequeno Thyago foram fotografados por Raquel Melo e através das fotografias provaram que não existe dificuldade nenhuma, quando existe amor!


A ideia surgiu depois que a fotógrafa paulistana viu um ensaio de um casal, onde o homem era cadeirante, e a fez ter vontade de registrar esse sentimento de tanta entrega. 

Adriana tem dois filhos muito amados, a Maria Eduarda de 14 anos e Thyago com 4. Mas, por motivos maiores, o ensaio contou com a presença apenas de Adriana e Thyago. As fotografias foram registradas nesta sexta-feira, dia 12/05, veja que lindo ficou o resultado:



Adriana lembra como foi receber o diagnóstico:"...Foi como se um buraco no chão se abrisse!...O que ouvíamos dos médicos, era horroroso: expectativa de vida baixa, que ele não sobreviveria muito tempo.... Mas graças à Deus, tudo o que os médicos disseram, aconteceu o contrário e hoje ele já ganhou mais força, é inteligente, persistente e muito feliz!..."


Momentos felizes fazem parte desta família, assim como várias descobertas e conquistas.
"...Nunca pensei que fosse me tornar uma pessoa tão paciente, eu abri mão de tudo por ele e faço tudo o que estiver ao meu alcance!... Hoje vejo o Thyago e a Maria Eduarda felizes, e isso basta pra mim!"


Para ver o ensaio completo, ou entrar em contato com a fotógrafa Raquel Oliveira Melo, acessem a página clicando AQUI.


Finalizando esta postagem, convido você para assistir o vídeo a seguir com uma linda música de autoria de Ana Vilela:

Saiba porque a Barbie cadeirante parou de ser produzida!

05:25:00

Em 1997, a Mattel, marca que fabrica a boneca Barbie, personagem que inspira e incentiva garotas a serem o que quiserem, tentou trilhar um caminho um pouco diferente: no ano em questão, lançou, nos EUA, “Becky”, uma amiga cadeirante da Barbie. A medida, inicialmente vista como uma possibilidade de trazer representação e visibilidade para a causa, logo se mostrou um problemão a se desenrolar.

Isso porque a cadeira de rodas de Becky simplesmente não passava pelas portas da casa da Barbie. Para piorar, se a “dream house” fosse da cadeirante, ela não conseguiria lavar sua louça, já que a cadeira não cabia embaixo da pia. Como se não fosse o bastante, hoje, vinte anos depois do lançamento, a principal questão problemática, a inacessibilidade da boneca - constatada logo após seu lançamento, permaneceu sem correção.

De acordo com o site “Pri”, que reúne informações sobre a programação das emissoras de rádio públicas dos Estados Unidos, o produtor Renee Gross fez um teste: comprou uma versão atualizada da Dreamhouse e uma Becky e levou os ítens para Monique Kulick, uma advogada especializada nos direitos dos deficientes.

A Mattel informou que, por enquanto, Becky deixará de ser produzida, mas há a intenção de trazê-la de volta, com uma cadeira menor, possível de transitar pela casa da Barbie.

Para Karin Hitselberger, cadeirante devido à paralisia cerebral a sociedade tende a tentar consertar as deficiências, quando ela mesma é que precisa de conserto: “Existem muitas maneiras de pensar sobre deficiência, mas falamos sobre consertá-las, em vez de colocar o foco em ‘consertar’ a sociedade”.

Becky não chegou a ser vendida no Brasil.

As informações foram retiradas do site Pri.


Especial Dia das Mães - Fernanda Sant Ana

17:38:00

Olá! Meu nome é Fernanda Sant Ana Prazeres e sou uma mãe cadeirante! 

Demorei 10 anos depois de casada pra ter um filho. Não que não conseguisse mas porque queria antes terminar a faculdade, viajar e curtir o casamento. Foi muito bom esperar esse tempo. Amadureci bastante e hj sei q isso fez com q me tornasse uma mãe melhor.

Não sou uma cadeirante qualquer. Eu tb não tenho força nos braços. Dependo de alguém pra tudo. Tenho uma fraqueza muscular do pescoço para baixo. Uma doença chamada atrofia muscular espinhal (AME) que acomete todos os músculos do corpo inclusive a respiração. 

Na gravidez correu tudo como esperado (enjoos etc rs). Trabalhei até o sexto mês, depois ficou mais difícil. Ficar tanto tempo sentada me deixava muito inchada. 

O Miguel nasceu em 27/01/2015. Saudável e lindo. Foi a melhor experiência da minha vida mas tb a mais difícil. Foi complicado pegar ele no colo. Estava muito fraca. Eu não tinha força pra dar de mamar. Ele não pegava o peito. Foi complicado. Mas eu não desisti. Meu marido segurava um braço, minha mãe o outro e com muita luta deu certo. Depois dei o peito deitada. Facilitou bastante. 

Com o tempo tudo foi se ajeitando. Ele engatinhava em volta da minha cadeira.Uso uma motorizada e uma vez cheguei a prender a perninha dele com a roda. Morri de dó. Faz parte. Coisas de mãe cadeirante. 

Hoje o Miguel tem 1 ano e meio. Ele ajuda a empurrar a cadeira de rodas, pega meu chinelo pra ajudar, quer pilotar a cadeira...brincamos e nos divertimos do nosso jeito...ele já sabe que não consigo pegar ele do chão para o colo então ele não pede. É muito esperto. Está sendo um desafio educar pq eu não posso correr, pegar, dar uma palmada se necessário rs...tem q ser no olhar mas aos poucos tô chegando lá...

É muito difícil ser mãe, principalmente uma mãe cadeirante. Muitos desafios, muitas dificuldades. Mas é tão gratificante ver meu filho correndo, pulando, brincando e saber q ele já entende minha condição e faz de tudo pra me ajudar torna a tarefa mais fácil. 

A mãe cadeirante precisa de muito apoio e eu tive e tenho com a graça divina... minha mãe e meu marido são excelentes, me ajudam muito.

Enfim eu era uma cadeirante feliz. Hoje sou uma mãe cadeirante feliz e plena. Ter meu filho nos braços, sentir o cheirinho dele é maravilhoso!

 Deus foi muito generoso comigo e agradeço muito a ele por isso❤              


Especial Dia das Mães - Ana Paula Albuquerque

05:14:00
Existem mães de todos os tipos... As carinhosas, brigonas, amigas, maluquinhas. Mães de coração, de primeira viagem, "pães" e por aí vai... 

Para homenagear as mães, eu e a minha amiga Giselli decidimos unir alguns depoimentos de mães que enfrentam de tudo, inclusive preconceitos, para terem seus filhos. 

Todas elas têm AME (Atrofia Muscular Espinhal), uma deficiência que recentemente está sendo muito falada devido ao medicamento Spinranza que precisa ser aprovado pela Anvisa. Porém, ao contrário do que muitos pensam, este medicamento é indicado para todas as pessoas com AME, crianças e adultos!

Com a aprovação da "Spinranza" muitos homens e mulheres poderão melhorar sua qualidade de vida, possibilitando que muitas se tornem mães como estas.

Convido você para conhecer agora a história de Ana Paula Albuquerque:


Meu nome é Ana Paula, eu tenho 33 anos e fui mãe pela primeira vez aos 18 anos. A gravidez não foi planejada, mas como minha mãe sempre repete “ Nem a folha de uma árvore cai sem a permissão de Deus” . Um nascimento faz parte do querer dele. 

O Nicolas nasceu no dia 25 de fevereiro de 2002, tive uma gestação tranquila e tudo correu bem, notei que após a gravidez sentia cansaço mais fácil, mas eu não sabia da Ame na minha vida até então.

Com 24 anos planejamos ter “uma menina” não acertamos no sexo do bebê mas acertamos no sentimentos que vieram com o passar dos meses de gestação, o Kevin seria a cola da nossa família.

O bebê, Kevin, nasceu no dia 15 de dezembro de 2007, não o vi chorar, não vi seu rostinho, foi levado para a UTI e entubado. O Kevin nasceu com o cordão umbilical enrolado ao pescoço, com a asfixia teve parada cardíaca e respiratória, defecou consumiu o mecônio, teve convulsão, hiperacidose e infecção neonatal.

“Nem a folha de uma árvore cai sem a permissão de Deus”

Recebi o encaminhamento para a Apae. Pelo tempo sem oxigenação no cérebro era certo que ficariam sequelas caso sobrevivesse. Foi o natal mais triste de nossas vidas, mas no dia 29 de dezembro depois de dias de agonia ele teve alta. Segurei meu pequeno nos braços pela primeira vez.

Meus dois filhos são o presente que Deus me deu e a força que preciso pra lutar.

A Ame veio aos 27 anos. Nunca tinha ouvido falar sobre Amiotrofia Espinhal, mas já vivia as consequências de tê-la desde cedo. Era alvo de chacotas na escola, não conseguia correr, andava mancando, tinha a coluna torta pela escoliose, as canelas finas geravam piadas, mas o tempo passou e com ele o desejo de descobrir o porquê de me sentir “ diferente” . 

Uma eletroneuromiografia na Usp de Ribeirão Preto me apresentou a Amiotrofia Espinhal Distal, desde então somos inseparáveis. 

Faço piada, não porque não a levo á serio. É serio sentir as pernas fracas, é serio não ter forças pra levantar os braços e pentear os cabelos, é serio. Mas não me vitimizar por causa da doença foi importante pra me aceitar enfim, pra me amar finalmente e perceber que a doença está em mim, mas eu não sou a doença!

Hoje aos 33, tenho um adolescente lindo, uma criança de nove anos que é o meu milagre, tomei coragem e tirei a carta de motorista e como sou abusada tirei de moto também, voltei a estudar, e através desse depoimento quero só dizer que minha vida não é perfeita, nunca foi e está longe de ser, mas a Ame é só um detalhe que me torna mais humana, em perfeitamente em paz.

Feliz dia das mães!

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