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Hilary Swank vive mulher com esclerose amiotrófica em filme. (You're Not You)

05:08:00

De um ano para cá, a discussão sobre a esclerose lateral amiotrófica (ELA) teve grande destaque na mídia, para alegria dos portadores da doença e familiares que lutam pela pesquisa de novos tratamentos.
Primeiro, foi o incrível – e polêmico – fenômeno do meme do “Ice Bucket Challenge” em meados de 2014, quando se multiplicaram os vídeos de celebridades que tinham um balde de gelo jogado sobre a cabeça e desafiavam outras três pessoas a fazerem o mesmo ou doarem 100 dólares para uma ONG que luta pela conscientização sobre a ELA. Geralmente, eles faziam as duas coisas, seja por verdadeira comoção ou por sua imagem pública.
O assunto voltou à tona com o lançamento da cinebiografia sobre o físico e cosmólogo Stephen Hawkings, portador da doença há mais de 50 anos, contrariando a baixa expectativa de vida dada pelos médicos.
Ainda mais porque, na pele do cientista britânico em “A Teoria de Tudo” (2014), Eddie Redmayne ganhou o Oscar de melhor ator. Nesta mesma edição, Julianne Moore finalmente recebeu a sua estatueta por sua protagonista diagnosticada com o mal de Alzheimer em “Para Sempre Alice” (2014), filme dirigido por Richard Glatzer, junto com seu parceiro Wash Westmoreland – este, falecido no último dia 10 de março, justamente por complicações da ELA.
Produzido antes desses dois filmes, mas estreando no Brasil somente agora, “Um Momento Pode Mudar Tudo” (2014) tem o seu foco na relação que se estabelece entre Kate (Hilary Swank), uma designer e pianista clássica diagnosticada com esclerose lateral amiotrófica, e sua nova cuidadora e compositora frustrada, Bec (Emmy Rossum), que não tem talento nem para exercer a sua função, nem para se encontrar em sua vida amorosa e profissional. Uma amizade inusitada que se fortalece quando o relacionamento da paciente, aparentemente perfeito, com o seu marido Evan (Josh Duhamel) manifesta uma crise.
Como já dá para perceber, a produção segue o caminho já trilhado por “Intocáveis” (2013), com a diferença que o grande sucesso francês apostava num tom de comédia e mais humanidade aos seus personagens, enquanto este investe no melodrama.
(...)

O roteiro assinado por Shana Feste e Jordan Roberts, uma adaptação do livro de Michelle Wildgen, prefere as opções mais fáceis enquanto trama e também no desenvolvimento dos personagens. Neste sentido, as atrizes principais e um elenco, em geral, correto ajudam a tornar esses tipos humanos mais reais.
A atuação de Hilary Swank não é digna de prêmio, mas o que ela consegue fazer a partir do material relembra porque a atriz tem duas estatuetas do Oscar em casa – uma por “Meninos Não Choram” (1999) e a outra por “Menina de Ouro” (2004). Swank dá vida ao papel não é só nos efeitos da progressão da doença, indo da restrição dos movimentos à alteração da respiração e da fala, mas principalmente nos pequenos detalhes da luta da personagem entre a resignação e inconformidade, como nos olhares.
(...)

Fonte: G1

Sexualidade e suas curiosidades...

04:59:00
É um assunto polêmico e curioso! Principalmente para aqueles que são recentes de lesão, aqueles que nasceram e ainda não tiveram experiência.


"O que fazer?... Onde tocar?... Será que vai sentir algo?... Será que pode fazer posição?... Será que ela/ele faz sexo?... Será que vou machucar ela/ele?..."

São milhares de perguntas que passam pela cabeça de uma pessoa SEM deficiência, pois nos enxerga em uma cadeira de rodas, apesar de estarmos bem vestidos, sensuais, nos divertindo etc, é bem difícil nos imaginarem na cama por ser algo um pouco desconhecido!

Sim, somos cadeirantes e fazemos SEXO! Só que com a gente, você vai ter que mostrar que está disposto a descobrir como funciona a nossa sexualidade e verá que não tem nada de tão diferente assim, mas também não podemos generalizar, até porque cada caso é um caso.

Existem diversas deficiências e cada uma ocorre dificuldades em diferentes formas. Como por exemplo as pessoas que sofre uma lesão medular e perde parte de sua sensibilidade e controle da bexiga, essas pessoas são obrigadas a fazerem cateterismo (passar sonda) antes da relação sexual, sendo homem ou mulher. Pois na hora do ato sexual, pode acabar estimulando e o lesionado por acabar fazendo algumas gotas de xixi! Mas não se assuste, isso não acontece facilmente, ao menos se tiver bebido muito e não passar a sonda, ai já era! (Risos)

São detalhes simples e tão natural, mas que muitas vezes é desconhecido para alguém que não tenha deficiência, por isso é sempre legal pesquisar sobre estes assuntos e conversar abertamente com quem é cadeirante para conhecer a sua realidade. 

Hoje trago pra você, historias de diversos cadeirantes falando sobre sexualidade... São histórias divertidas e experiências de vida lindas que vale a pena leem. 
Boa leitura:

~

"Foi horrível minha primeira vez! (Risos)
Estava insegura, com medo e vergonha. Mas até que rolou, porque minha preocupação era se eu ainda podia ter vida sexual.
E vi que mesmo assim na cadeira eu ainda sou uma mulher, com os mesmos desejos e vontades.

Bom eu sou bissexual, aliás, não gosto de rótulos. Digo que gosto de pessoas e antes da lesão estava há 2 (dois) anos, separada do pai da minha filha. Com quem fui casada por 11 (onze) anos.Depois da lesão tive experiência sexual com um homem.

Minha lesão é incompleta, mudou, mas ainda tenho sensibilidade. Ganhei e aprendi a conhecer outros pontos que também dão prazer.

Quem passou a sonda foi a minha parceira, o desconforto que tive foi pela falta do jeito, o medo de machucar,
Tem diferenças entre o homem e a mulher, acho o homem por mais que seja cuidadoso ainda é diferente a mulher é mais delicada.
Passo a sonda para fazer xixi, mas no começo aconteceu de perder xixi e não mais. Só se eu beber muito e não passar a sonda.
Tenho a fantasia de fazer amor na praia.
Tenho uma filha e sempre conversamos abertamente e é como falo pra ela: “não somos obrigados a gostar de nada, mas não podemos julgar ninguém por opção sexual ou religião. Nós temos no mínimo a obrigação de respeitar.”
Temos alguns cuidados até porque sabemos como é a cabeça da molecada nessa idade, então tento não expor ela.
Ainda nos olham diferente e você quer ver o espanto maior, é quando nos veem e perguntam: “Ah vocês são irmãs?” E respondemos: Não somos casadas.
A aceitação está melhorando, até porque trabalhamos na mesma empresa e somos respeitadas lá como um casal. E muitas vezes ela tem que me ajudar na hora de passar a sonda.
Bom só uma coisa, com lesão ou sem lesão amor é amor em qualquer condição e o sexo é um complemento que é como andar de bicicleta nunca se desaprende apenas se reinventa."

Katia simplesmente Katia (Risos) 33 anos,
Paraplégica / São Paulo


"Minha primeira vez depois da lesão não foi boa, pois quis fazer para experimentar! Foi uma curiosidade. 

Acho que foi igual quando a mulher faz por fazer e não sente nada, pois nem preliminares eu tive. Tipo, colocou lá e pronto! (Risos)

Com um tempo aprendi que eu precisava ser tocada, ser seduzida, que o meu corpo agora agiria diferente! Quando fui chamada para ser paciente do Hospital Sarah, lá tive aulas que eu poderia ter vontade e sentir prazer. 

Acho que tudo está no nosso cérebro, pensamentos ajudam muito! E também aprendi que o ato sexual iria estimular fazer xixi e na hora da relação eu poderia fazer (pingar o xixi) caso eu não passasse a sonda (cateterismo). Então conversei tudo isso com meu namorado e um foi conhecendo o corpo do outro!

Digamos que depois de 2 (dois) anos de lesão, tive minha primeira relação sexual “normalmente” e prazerosa. Ele fez com que eu desejasse e sentisse prazer e vontade de ter ele por inteiro. Só digo uma coisa, tudo está na pegada! Se não tiver toque, paciência em me seduzir, não vou sentir tesão hehehe...

Até hoje não tive nenhum incidente com xixi, sempre cuidei com que isso não acontecesse. Mas converso isso abertamente com meus parceiros, pois se acontecer eles não vão se assustar né?!

Tudo esta na conversa, abrir o jogo! Nunca se sabe o que pode acontecer na hora do amor.
Nunca tentei nenhuma posição diferente AINDA! Nem realizei a fantasia de ir ao motel e fazer na hidromassagem!

Minha sensibilidade é diferente, quando o cara me beija, me toca...e vai beijando mais e mais, eu vou sentindo vontade e o desejando, até a hora que quase subo pelas paredes. E um ex-namorado quando me tocava dizia: “Você está molhada”.

Para mim, foi uma recompensa, percebi que meu corpo funcionava normalmente. Até que procurei médicos e procurei saber se poderia ser mãe, e sim! Posso ser mamãe normalmente. Agora o cuidado é redobrado, para não ser mãe agora!
Surfistinha, 29 anos
Paraplégica / Rio de janeiro

~

Minha experiência quanto à hora de ter a relação é o fator equilíbrio, pois na hora da posição, ficar de quatro para penetrar na mulher, preciso de apoio para não cair pra trás ou em cima das costas da parceira, porque o equilíbrio de um poliomelitico é por vezes falho e precisa de um apoio nos braços para se manter de joelhos, nas demais posições. 

Como a posição "papai e mamãe" é fácil e confortável. A mais gostosa sensação é a mulher vir por cima, pois dá uma penetração total. Adoro sexo oral, pois é a coisa mais gostosa e carinho em pessoas que se amam. 

Aurélio, 52 anos
Poliomielite / São Paulo

~

"Sempre que estava namorando, eu percebia que sempre ficava umedecida, com muita excitação, sempre percebi que sentia a parte íntima. Até que u
m belo dia fomos ao motel e estava muito nervosa, claro que nem demonstrei. Ao chegar lá, antes de sairmos da garagem ele me deixou no carro, pegou minha cadeira e viu se passava na porta (coisa de quem sai com cadeirantes). Aí ele voltou sentou perto de mim no banco do carona, tirou minha blusa e olhou para os meus seios, meio tímido. Aí peguei a mão dele passei em meus seios o beijei e pedi para ele me tocar.

Namoramos muito e fui ficando um pouco calma, meus medos eram: Será que dou prazer a ele? Será que vou sentir? Ou será que vou fazer xixi aqui? Que mico!

Na hora que ele me deitou na cama, ele tirou a bermuda e a sunga ,quando o vi excitado, muito excitado, me senti muito mulher. Entreguei-me e naquela tarde transamos duas vezes, pois eu pedi mais e não urinei, mas percebi que gozei muito.

Existem motéis muito perto de minha casa, daí passo sonda em casa mesmo, mas já conversei com ele, quero que ele passe em mim e claro ele ficou muito interessado.

Eu sinto a parte íntima desde quando saí do hospital, mesmo sendo tetraplégica.

Em relação à fantasia sexual, gostaria de me passar por outras mulheres, mas a melhor fantasia é sentir prazer e dar prazer. Esse é meu clube."
Loira em Duas Rodas, 33 anos
Tetraplégica / Rio de Janeiro

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“Minha primeira vez depois da lesão foi estranha. Diferente! Não reagi bem, foi desconfortante. Ele agiu normalmente, como se nada tivesse mudado.

Eu ainda não fazia o cateterismo, mas não foi impedimento. Aconteceu o incidente de não passar a sonda e durante a relação sexual pingar o xixi. (O que é normal, se não passar sonda!).

Minha sensibilidade mudou, não é como antes. Mas não é uma coisa de outro mundo. Sinto prazer, não como antes, mas sinto.

Nunca tive vontade em relação à fantasia sexual, nem antes da lesão. “Não realizei e nem pensei no caso ainda.”

Jacy, 25 anos.
Paraplégica / Pernambuco

~

“Minha primeira vez depois da lesão foi maravilhosa, peguei um parceiro muito carinhoso e atencioso. Na hora de passar a sonda eu fiz tudo sozinha fiquei um pouco retraída (vergonha), ai como já estava toda pronta foi só um abraço. 

Só que pensei, como já passei a sonda (cateterismo) não vai vazar xixi. Mas com o coração a mil e as sensações a flor da pele, acabou vazando xixi! 

Senti-me horrível na hora, mas ele disse: “Para com isso”. 

Minha sensibilidade é grande, mas não consegui chegar ao orgasmo. Para mim mudou muito porque quando andamos vamos tirando a roupa se prende na parede e muitas outras coisas. 

Minha fantasia seria rolar no “pole dance” e chicotear o cara! Uma coisa que gosto muito é que puxem meu cabelo e me maltrate, sou meio masoquista.”.

Taradinha, 31 anos
Mielite Transversa. Belém

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Minha primeira vez foi bem interessante depois da lesão. Eu estava internada fazendo tratamento no Sarah e tive aulas de sexo. Quando sai para passar o final de semana fora do Hospital Sarah, fui praticar. Meu parceiro foi uma pessoa bem atenciosa eu expliquei e rolou. Ele se surpreendeu, pois disse que jamais pensava que eu era aquela mulher toda na cama.

Enfim no inicio fiquei um pouco tensa depois relaxou. Mas não senti o orgasmo de antes, mas só o fato de esta mantendo relação sexual, eu me senti mais mulher. Até porque eu pensava que nunca iria manter essa vida ativa com a lesão.

Eu sempre preciso de ajuda para passar a sonda, quando é a primeira vez da relação sexual eu faço de tudo para alguém mais intimo (mãe, irmã, amiga) passar a sonda. Depois eu explico que faço tratamento da bexiga (bexiga neurogênica) e ensino meu parceiro a fazer o cateterismo.

Desconforto só tem quando faço uma posição que meu corpo rejeita me dando disreflexia (arrepio no meu corpo ou meu rosto esquenta) procuro fazer outra posição e tudo fica tranquilo.

Incidente? Já tive sim! Já fiz xixi na hora do sexo, mas graças a Deus o meu parceiro foi bem legal e continuamos como se nada tivesse acontecido.
Eu não tenho sensibilidade nas minhas partes intimas. Mudou e muito, mas eu trabalho o meu psicológico.

Depois da lesão só mantenho sexo olhando os movimentos, eu sempre digo que eu trabalho o meu psicogênico para chegar até uma sensação gostosa, meu prazer maior é vê meu parceiro sentindo prazer.

Já fiz muitas loucuras, mas fantasia depois da lesão ainda não realizou completamente! Foi apenas pela metade. Uma das minhas fantasias é transar com um parceiro bem fofinho, aonde quase realizei, mas o lugar não estava apropriado para nós dois.
Tenho uma fantasia que é complicada, mas não impossível. Que é fazer amor com um heterossexual e um homossexual. Quem sabe um dia, não é?!
Mery 29 anos
Tetraplégica / Amapá

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Foi melhor o que eu esperava! Com um cara que já conhecia e me senti bem à vontade, eu mesma passei a sonda.
Na verdade nunca ninguém passou, porque eu consigo de boa! Desconforto nenhum e incidente teve antes da relação sexual (perca de urina). Mas na hora nada! Não realizei nenhuma fantasia e no momento não tenho nenhuma.

Wheels Pink, 32 anos
Paraplégica / Santa Catarina.

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Tipo, a minha primeira vez pós-lesão aconteceu dois anos depois. Eu não uso sonda, então só fiz xixi normal e foi. (Risos)

Tipo estava um pouco apreensiva, mesmo assim foi legal, mesmo não sentindo muita sensibilidade. Depois de algumas vezes ficou melhor, muito melhor (Risos).
Na primeira vez não tive incidente, mas uma vez fiz xixi em cima do meu ex-namorado (Risos).

A minha sensibilidade é boa! Sinto tudo, só preciso de algumas adaptações e também com o tempo fui descobrindo novos prazeres e posições que eu conseguia realizar.
Meu ex-namorado era bem companheiro e fizemos muitas loucuras juntos.
Uma vez ele me colocou em pé e segurava com o joelho a perna ruim. Putz! Ficamos naquela loucura (Risos)

Outra vez começamos na cadeira e terminamos na cama. Eu acho que a fantasia que quero realizar é fazer na cadeira e terminar na cadeira.

Eu e meu ex-namorado fomos a um motel e a minha outra cadeira estava dentro do carro, ele fingiu que era cadeirante e até tirou a cadeira, sentado para depois sentar. Foi nesse dia que tudo pareceu mágico.

A situação criada, em ele não mexer as pernas me fez sentir prazer. E foi daí em diante que tudo melhorou.

Começamos na cadeira, os beijos, amasso, mas o resto terminou na cama.

Cadeirante Subversiva, 33 anos.
Paraplégica / Santa Catarina


~

Minha primeira vez depois da lesão eu estava muito insegura. Não consegui relaxar direito, estava com medo, pois era tudo diferente.
Eu aprendi a passar sonda no Hospital Sarah. Sempre passei sozinha, mas com espelho. Sem o espelho não consigo.
Tive vários desconfortos. Dor nas costas, pés inchados, também perdia xixi durante o sexo, mesmo fazendo o cateterismo antes.
Minha sensibilidade é toda bagunçada. Tem lugares que sinto outros não.
Tem lugares que se apertar eu sinto...outros não!

Mudou totalmente minha vida, até a forma de viver e ver a vida. Amadureci muito, aprendi a ter fé e acreditar em meu potencial.
Não fiz nada de diferente no sexo, sempre na cama e no sofá. Não fui tão aventureira. Mas tenho várias fantasias ainda para realizar. (Risos)

F.F, 33 anos
Paraplégica / Paraná

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Nasci com a deficiência, tenho sensibilização normal, não uso sonda.
Minha primeira vez foi com 18 anos com meu primeiro namorado, no começo foi estranho porque achei que teria alguma limitação. Mas pelo contrário só não transei em pé porque não ando porque o resto, até encostada na parede foi!
Já realizei várias fantasias minhas e dos meus parceiros, a mais louca foi com meu parceiro dirigindo em uma avenida movimentada da cidade e eu em cima dele transando que nem uma louca era em um horário movimentado, e o pior dentro de um uno! Joguei o cabelo no rosto e já era!


Lis Loureiro, 24 anos
Artroglipose / Mato Grosso do Sul

~

A minha primeira vez depois da lesão foi constrangedora, porque estava muito tímida. 
Eu mesmo faço o meu cateterismo. Tive desconforto ardeu um pouquinho para passara sonda. Minha sensibilidade é pouca, 
Realizei uma fantasia, fazendo sexo oral em um garoto na beira da rua. Adorei! 
Só não gosto que toque na minha perna, gosto que me toquem onde eu sinto, onde tenho sensibilidade.
Gosto que me chame de Amanda sou travesti desde os 16 anos, minha lesão foi com arma de fogo (ciúme do ex-namorado) aos 18 anos. 
Sempre fui sincera, na cadeira, ou antes, em relação com minha sexualidade.
Já vazou xixi, só não percebeu porque estava de costas pra ele e não deu para perceber. (Risos). E se caso ele visse, eu não me envergonharia não. Eu tiraria tipo como se fosse à brincadeira, eu não sou mais tímida como era no começo.
Quando vou ter relação eu faço uma lavagem, tem o material apropriado. Não é como antes.



Amanda, 27 anos
Paraplégica / Acre





Minha primeira vez foi um tanto interessante, fiquei super curioso para saber até onde eu poderia chegar. Não tive tantos problemas na questão de medo e ansiedade, pois eu namorava antes da lesão e continuei com o mesmo namoro depois da lesão, minha parceira de cara já me deixou tranquilo, porque nos conhecíamos muito bem um ao outro. Com esses fatores me favorecendo eu estava certo que nada pudesse da errada, mais não foi tão perfeito, porque logo de cara você se vê em uma situação um pouco delicada. 
Claro, antes poderia fazer de todas as formas e posições e com o andamento da primeira relação vi que tinha mudado bastante as coisas, então ao fim dessa primeira experiência eu não fiquei satisfeito. 
Do meio para o fim tive problemas de ereção por conta da situação que me passou pela cabeça naquele momento e como qualquer coisa nova em teste, fui testado e vi que tudo era questão de tempo e de aprendizado. Com o passar do tempo fui aprendendo onde e como poderia melhorar nossas relações sexuais, fui ganhando mais sensibilidade, confiança e assim descobrindo o ponto do prazer. 
Hoje temos uma relação sexual normal, hoje consigo ter ejaculação que é um ponto muito bom, pois desde a primeira ejaculação após lesão me senti mais homem, mais seguro, e confiante.
O segredo é se conhecer, souber onde te faz sentir mais tesão, onde e como você se sente mais satisfeito.
Para eu ter uma vida sexual ativa, isso foi essencial.
Nessa questão da sonda, eu sempre faço o cateterismo antes, por sentir mais segurança e sempre que vou ter relação evito beber muita água, pois com a bexiga vazia sinto mais prazer na hora do sexo.Ainda não tive nenhum incidente na hora da relação, sempre porque estou me prevenindo antes “da pega pra capar” (Risos).Minha sensibilidade é muito boa, tive uma grande melhora nessa parte, principalmente nas partes íntimas. Como eu disse, mais por conta de ter relações com uma pessoa que eu já tinha relações, isso me faz dizer que não mudou muito. Essa parte de fantasias eu não realizei nada depois da lesão, quer dizer tem algumas fantasias bobas mesmo que eu já tinha antes da lesão que às vezes continuo com elas, mais algumas que tive vontade por ser inédita, não realizaram nenhuma.E outra à minha maior fantasia depois da lesão é voltar a transar em pé, (Risos).E pra quem acha que por ser deficiente não pode ter uma vida sexual saudável, estou aqui para desmentir, é possível sim ter relação e ter prazer. Estou muito bem nessa parte, sinto que minha namorada, hoje esposa é satisfeita e isso é a minha maior vitória, satisfazer quem você ama é maravilhoso e dentro dessas relações amorosas, foi gerada uma criança, ela está grávida de dois meses e com fé em Deus realizarei mais esse sonho, Obrigado pela oportunidade Vanessa.

Diego Chaves 25 anos
Tetraplégico / Maranhão




MENTIRA PERFEITA - lindo romance que tem cadeirante como um dos personagens principais

05:21:00

"Mentira perfeita" é o Spin-ff (continuação) de "Procura-se um marido" escrito pela escritora Carina Rissi. 

Quem já leu algum livro dela sabe que sempre têm uma história criativa, envolvente e surpreendente, é claro que "Mentira perfeita" não seria diferente...

Nessa gostosa leitura, você conhce a história de Júlia, uma garota responsável, dedicada e muito preocupada com sua tia Berenice que está passando por um momento delicado, precisando urgente de um novo coração. Mas para que ela aguente a espera Juju faz de tudo para agradar sua tia, inclusive mentir que está namorando, fazendo com que tia Berê tenha uma melhora notável.

Acreditando na mentira e mesmo sem conhecer o pretendente de sua sobrinha, Berenice contrata um casamento dos sonhos para o casal.

Não vendo outra saída, a não ser seguir com o plano, Júlia acaba conhecendo Marcos Cassani que também está precisando de ajuda e que se oferece para finger ser seu namorado em troca dela fingir ser sua cuidadora.

Pois é, Marcos é cadeirante e depois de já estar adaptado, sente-se pronto para morar sozinho. Porém, sua família o super protege e exige que ele só poderá morar sozinho se tiver uma cuidadora. E é nessa hora que Júlia entra...

Depois disso, o casal começa a passar um tempo juntos, fazendo com que Júlia veja de perto como é a vida de um cadeirante, podendo conhecer suas dificuldades e também suas liberdades.

Com o passar do tempo, ambos vão se conhecendo de verdade e algo muda entre eles. Sabe aquele frase "no coração a gente não manda"? Pois é, nessa história foi provado que isso é verdade...

Mas acho melhor eu parar por aqui e não contar mais nada. É bem difícil eu conseguir me controlar, pois eu gostei tanto desse livro que tenho vontade de falar sobre ele, por horas... 

Uma das coisas que mais gostei foi a Carina Rissi ter colocado um cadeirante como um dos personagens principais, mas sem dúvida, o que eu AMEI mesmo foi a forma que ele abordou a deficiência nessa história. Até parece que ela já foi cadeirante um dia, pois conta cada detalhe com muita naturalidade, conseguindo fazer que qualquer pessoa ao ler o livro enxergue Marcos como uma pessoa normal que simplesmente usa uma cadeira de rodas.  

Se eu indico esse livro? É claro que indico! Você vai amar "viver" esse romance e torcer para que tia Berê possa ver sua sobrinha Júlia casando com seu príncipe encantado!

Cadeira de rodas conectada a smartphone faz sucesso no Japão

03:58:00
Empresa investe em cadeira futurista que tem manobras mais fáceis e pode ser controlada pelo smartphone

Cadeiras de rodas com motores elétricos estão no mercado há muito tempo, mas ainda herdaram grande parte dos problemas dos equipamentos manuais: são difíceis para entrar e sair e têm problemas para manobrar e vencer obstáculos. Uma empresa japonesa está enfrentando o desafio de mudar esse panorama – e quer ser vista como a “Tesla” das cadeiras de rodas, em referência à indústria automobilística que mexe com o mercado graças a seus modelos elétricos inovadores.

A Personal Mobility Modelo A, da japonesa Whill, tem várias características diferenciadas. A começar pelas rodas – em especial as dianteiras –, que permitem manobras mais fáceis, em 360 graus sobre seu próprio eixo. Além disso, o assento se move para frente e para trás com o objetivo de facilitar a entrada e a saída do cadeirante.

O proprietário pode ainda controlar a cadeira pelo smartphone. Isso permite, por exemplo, guardá-la em um canto quando não estiver sendo usada e trazê-la de volta sem precisar da ajuda de ninguém.

Com tantas novidades (também no visual) a cadeira da Whill ganhou recentemente o Grande Prêmio da competição japonesa Good Design, que desde 1957 elege projetos inovadores no país. Neste ano, foram 1.337 inscrições.

Um dos que aposta na empresa é o fundador e ex-presidente da Sun Microsystems, Scott McNealy. Ele investiu parte de sua fortuna pessoal na Whill porque vê grandes possibilidades de avanços na mobilidade, com a ajuda de equipamentos mais modernos controlados por software.

“Ela é um grande passo no sentido de termos uma tecnologia de hardware e software que melhore a mobilidade e acesso”, disse ele. Segundo McNealy, versões futuras da cadeira poderão usar software e sensores para se conectar com carros e instrumentos de navegação. Se os automóveis que dirigem sozinho já estão em teste em várias partes do mundo, pelo jeito logo mais será também a vez das cadeiras de rodas.

A arte da Suspensão Corporal com Pessoas Com Deficiência!

03:14:00


Você já ouviu falar sobre "Suspensão Corporal"? Ela é considerada como arte que utiliza ganchos para pendurar o corpo pela pele!

Você pode até achar assustador, doloroso, mas quem pratica se sente totalmente livre e feliz ao conseguir expressar a arte com essa técnica tão diferenciada.

A suspensão corporal está disponível para toda e qualquer pessoa que tenha interesse em passar por essa experiência. Todas de verdade, o que inclui pessoas com deficiência. É uma prática tão poderosa que pode transformar a vida de quem faz a suspensão e também de quem assiste.

Os bailarinos Marcos Abranches e Ale Bono Vox , ambos com deficiência e apaixonados pela arte, decidiram juntos conhecer mais sobre essa técnica e também serem suspensos pelos ganchos. Mas antes de falar sobre isso, te convido para assistir o vídeo a seguir e conhecer as histórias deles:



Marcos Abranches e Ale Bono Vox estão focados no desenvolvimento de sua nova obra. A dupla que é de São Paulo, já vem trabalhando junta há alguns anos e dessa vez buscaram a suspensão corporal como técnica corporal para as suas danças. Ambos com paralisia cerebral, ela cadeirante, nos mostram que o corpo pode mais do que o discurso médico, normatizador e de senso comum diz.
Dentro da arte contemporânea a suspensão corporal em si tem sido utilizada como obra. Uma série de outros artistas passaram a utilizar a suspensão corporal como técnica, sendo assim, uma parte da obra e não a sua totalidade. Ale e Marcos buscam com suspensão corporal criar danças, explorando a condição do corpo sustentado por ganchos na pele possibilitando outros movimentos.

A nova obra da dupla ainda não tem data de estreia, mas obviamente que iremos divulgar por aqui. Haverá um vídeo também desse momento e já estamos ansiosos para assistir.

Abaixo vamos compartilhar na íntegra o depoimento de Luciano Iritsu, que ficou responsável pela execução do trabalho. Sua fala reafirma a ideia das potências dos corpos – todos eles – e da prática da suspensão corporal:

“Difícil escrever em palavras, mas vamos lá… Desde a primeira vez que nos encontramos foi tudo muito natural. Terminamos a primeira reunião e saímos da Galeria Olido. Acabou que eu estava conversando com a Ale, peguei a cadeira de rodas e sai pilotando. Nunca havia guiado uma cadeira de rodas antes… 

No meu segundo contato foi quando eu conheci a mãe da Ale, porque ela tinha dúvidas sobre a suspensão e queria uma boa conversa sobre o assunto. Pude deixá-la tranquila quanto ao procedimento e depois disso agendamos o grande dia no Gal. Espaço onde eu já havia feito algumas suspensões e o Gal que iria filmar, sou fã do trabalho dele, das suas fotografias voltadas para o corpo e tal.

Antes disso fiquei pensando na suspensão da Ale, como iria proceder tecnicamente, por fim, desencanei e fui nos meus sentidos. Fui sentindo a pele, percebendo qual era a elasticidade, qual era a posição que ela ficaria mais confortável e quando chegamos no estúdio, a primeira coisa que o Marcos me disse é que queria subir também. Fiquei ansioso em dobro.

Chegou a hora, antes disso a Ale havia dito que estava muito feliz e que era um sonho pra ela. Fui montar as coisas e como eu disse antes pra ela, o foco estava todo voltado e concentrado pra ela. 

Fiz a marcação com ela na cadeira de rodas e fizemos as perfurações no chão. Todo processo que você conhece, respiração, pupilas dilatadas, ganchos colocados e voltamos para a cadeira. Ela entraria em cena levando a cadeira e o Marcos a conectaria. Deixando que ela ficasse sozinha, para que pudesse movimentar e sentir seu próprio corpo. Nesse momento o seu semblante era tranquilo, sem nenhuma interrogação e foi… Subindo com toda delicadeza e leveza saindo da cadeira de rodas sozinha. Nunca tinha saído antes, ficado em pé. Subiu e logo seu sorriso fazia parte do momento. Estava presente e isso é o mais importante. Parecia muito leve e se divertiu bastante. A coloquei com os pés no chão, ela ficou sem auxílio de nada, apenas ela e os ganchos Aproveitamos para tirar fotos todos juntos, todos estávamos em êxtase. Perguntava para a Ale se ela queria ir para cadeira e recebia um não. Colocamos a Ale em pé pela primeira vez na vida. 

Chegou a vez do Marcos. Preparamos, limpamos e acho que ele sentiu um pouco mais os ganchos, porque os homens são mais razão do que as mulheres, que são mais coração. Fomos para a suspensão, ele subiu meio tenso, demorou um pouco para relaxar, lembrando que ele é mais razão… Por fim, foi tão intenso quanto a Ale.

São duas pessoas super especiais, não estou dizendo pelo corpo e sim pela alma. Eles são intensos, acho que não existe dificuldade em nada, existe a falta de vontade de querer fazer algo.Teve um momento que fui descendo o corpo do Marcos com os pés no chão e ele ficou na horizontal e quase beijou o chão. Por ser dançarino ele tem o abdômen muito forte e ficou linda a cena também. Me lembrou um pouco você que dança suspenso. Fazia movimentos usando o gancho como ponto fixo e foi lindo. Até chegar no momento que ele tinha cansado, descemos, nos abraçamos e foi lindo tudo!”

Ale descendo da suspensão
Marcos experimentando a Suspensão Corporal 

Marcos de pé, totalmente suspenso

Um lindo registro que esperamos que possa reverberar entre tantas outras pessoas que sempre tiveram interesse em experimentar a suspensão. Há muito para descobrir, e parafraseando Morus, “assim aspiro, muito mais do que espero“.

Via: 
www.frrrkguys.com.br


CAPACITISMO NÃO!

07:55:00

Dia 03 é o Dia Internacional da Pessoa Com Deficiência, invés de comemorar eu quero te convidar para falar sobre uma assunto sério e que tem a ver com esse dia. Vamos falar de "CAPACITISMO"!



Assim como o "racismo" é constituído por todo tipo de preconceito associado às raças e etnias, o "Capacitismos" é constituído por todas as atitudes ou pensamentos que inferiorizam as pessoas com deficiência devido a sua condição física/intelectual!

Só quem tem alguma deficiência, ou convive com alguma pessoa com deficiência, sabe que esses tipos de preconceitos acontecem todos os dias. Basta sair de casa que já nos tornamos alvo do capacitismo.

O capacitismo ocorre quando:

  • Alguém dá esmola para um cadeirante, sem saber se ele realmente está pedindo ou precisando;
  • Alguém pega uma pessoa com deficiência visual no braço e o faz atravessar a rua, sem ao menos ele pedir;
  • Acham que a pessoa com deficiência é solteira, por não acreditar que ela é capaz de arrumar alguém;
  • Conversam com uma pessoa com deficiência como se tivesse conversando com uma criança;

Entre outras coisas...

Mas, muitas pessoas com deficiência também cometem estes erros com si próprio, como por exemplo:

  • Quando se fazem de coitados só por ter uma deficiência;
  • Quando utilizam a sua deficiência para ser um "exemplo de superação";
  • Quando aproveitam a sua deficiência para tirar vantagem de outros;
Estes são apenas alguns exemplos, mas o Capacitismo é muito mais do que isso.

Se você refletir bem, vai perceber que essas atitudes apenas fazem que a sociedade continuem nos vendo como diferentes, incapazes, coitados e menos do que uma pessoa SEM deficiência.

É claro que a falta de transporte coletivo é muito ruim, a falta de acessibilidade nos locais públicos é horrível, mas o maior problema que enfrentamos hoje em dia são esses tipos de preconceitos que muitas vezes parecem não ser preconceitos, mas ferem profundamente o emocional e psicológico das Pessoas Com Deficiência.

Pensando justamente nisso, foi criado uma campanha onde todos podem participar e ajudar escrevendo frases em suas redes sociais (Facebook/ Twitter...) começando com a seguinte tag #ÉCapacitismoQuando ... e escrever a sua opinião sobre isso.

Você também pode alterar a imagem do seu perfil no Facebook e mostrar para todos que você é contra o Capacitismo e ao mesmo tempo vai fazer que as pessoas conheçam esse novo termo e comecem a refletir sobre isso.

Para alterar a sua foto do perfil e se juntar a nós, clique AQUI!

Chega de tratarem as Pessoas Com Deficiência de maneira diferente, diga não ao capacitismo!

Fã de Metal Gear recebe prótese biônica de Snake com carregador de telefone, laser e até drone

04:10:00


O britânico James Young, que perdeu o braço esquerdo em um acidente em 2012, foi presenteado com uma prótese biônica inspirada na de Venom Snake, personagem principal do game "Metal Gear Solid V: The Phantom Pain".

Fã de games, Young queria apenas um braço mecânico que o permitisse jogar, mas acabou recebendo uma prótese de fibra de carbono avaliada em R$ 300 mil feita em impressora 3D. Sensores detectam os movimentos dos músculos das costas de Young para mover o braço, que tem iluminação própria e LEDs que batem de acordo com os batimentos cardíacos dele. O ciborgue pode carregar celulares em uma entrada USB, assim como transmitir dados a computadores e até controlar um drone por um painel em seu antebraço.

O braço foi um presente da Konami, produtora de "Metal Gear Solid V", que procurou amputados para o experimento. Dos 60 selecionados inicialmente, Young foi o escolhido. Ele diz que as aparências entre ele e Snake não vão além do braço cibernético. Enquanto o personagem é consumido pelo desejo de vingança, ele diz que busca sempre aceitar quem é.

O caso de James Young foi relatado em um documentário da BBC Three. Assista abaixo:


Via: Catraca Livre

Queremos a sua opinião sobre a nova Lei de "Auxílio Inclusão"!

03:08:00

Toda Pessoa Com Deficiência que não tem condições de trabalhar, tem direito de receber o "Benefício de Prestação Contínua" (BPC) no valor de um salário mínimo.


A questão é que muitas dessas pessoas até poderiam trabalhar, mas ficam com medo de perder esse salário já garantido e acabam optando por ficar em casa sem trabalhar mesmo.

A Deputada Mara Gabrili e o Deputado Eduardo Luiz Barros Barbosa estão criando um novo auxílio chamado "Auxílio Inclusão" que é justamente para aquelas Pessoas Com Deficiência que já recebem o BPC a continuarem recebendo uma parte do salário caso comece a trabalhar.

Ou seja: Se você recebe o BPC e começa a trabalhar de carteira assinada, você irá receber a remuneração pelo seu serviço e mais um pouco do valor do BPC. E caso você saia do emprego, volta a receber imediatamente o BPC de novo.

E antes dessa Lei ser aprovada, eles querem saber da sua opinião sobre isso e o que você sugere para acrescentar ou até mesmo tirar dos artigos.

Mas para que você entenda melhor, assista o vídeo a seguir:



NÃO DEIXEM DE ENTRAR NO SITE E DAR UMA OLHADINHA NESTE PROJETO DE LEI,
mesmo que você não tenha nenhuma sugestão ou crítica para fazer, clique na "mãozinha" no lado direito e mostre que você apoia este projeto!

CLIQUE NO LINK: http://beta.edemocracia.camara.leg.br/wikilegis/bill/58/
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