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Uma Cadeira de Rodas - Marcele Mendes

18:23:00

Uma cadeira de rodas é um acessório necessário pra pessoas que tem limitações físicas.
Essa é uma definição simples e verdadeira, NADA MAIS QUE ISSO!
Não pense você que isso determina quem eu sou,ou mesmo aonde eu posso chegar.
O que me faz ser quem eu sou são minhas experiências,minha bagagem emocional e tudo que vivi até aqui.

Essas vivências pra quem tem alguma deficiência são muitas das vezes diferenciadas em alguns aspectos, devido a nossa condição, obviamente. Mas nada que impeça um cadeirante de ser feliz e usufruir TUDO de bom que a vida tem a oferecer. 

Pros homens e mulheres ignorantes que não conseguem entender a possibilidade de uma pessoa com deficiência ter uma vida normal, constituir família, estudar, trabalhar e outras coisas mais, só tenho uma coisa a dizer: Ampliem seus horizontes, entendam que uma vida não se limita a um corpinho perfeito e a coisas fúteis.

Entenda que essa cadeira são minhas asas e minhas pernas. Eu estou sentada nela mas estou de cabeça erguida e pronta pros mesmos desafios que você!

Se uma cadeira de rodas te limita fisicamente, ela não te paralisa psicologicamente. Quem te faz parar e morrer pra vida são seus medos e estes existem na mente de qualquer um de nós.Morre a cada dia quem não tem metas e sonhos pra realizar,quem se depara com dificuldades e simplesmente desiste de tudo.Morre todos os dias aqueles que se limitam a fazer de suas vidas uma simples viagem sem rumo,aqueles que não entendem que o que há de mais belo nas pessoas está na sua essência e não na sua aparência.Já morreu pra vida o homem que não se permite aprender com seus erros,superar seus limites e a recomeçar!!!

Superação é uma palavra que escutamos todos os dias mas que não sabemos o significado até conhecer alguém que dê sentido a ela, e eu posso dizer que conheço essa palavra como ninguém.Teria todas as desculpas pra estar triste, por não poder correr na praia com os pés na areia ou mesmo caminhar sozinha e sentir o vento no rosto sem depender de ninguém. Podia me deprimir com o olhar de pena de muitos nas ruas, sem ao menos me conhecer. Talvez estivesse trancada dentro de casa com a dificuldade que tenho ao tentar pegar um ônibus ou mesmo fazer um simples passeio nas ruas do meu bairro.Mas estas mesmas desculpas não são maiores que a minha vontade de viver e ser feliz.

Eu me inspiro com os exemplos que vejo todos os dias, de pessoas que escolheram SUPERAR todos os desafios que a vida oferece pra um deficiente físico e seguir em frente. E posso te falar que são muitos!!­­­Quem não vive isso no dia a dia,talvez não tenha dimensão de como é sentir-se fraco diante de tantas dificuldades cotidianas.

Antes de julgar uma pessoa com deficiência como coitadinho ou mesmo achar que ela usa disso pra se beneficiar, pense que não somos PRIVILEGIADOS, somos apenas pessoas que conhecem os seus direitos e lutam por eles frente a uma sociedade que nos exclui e nos oprime.

A minha filosofia de vida é : Ser forte e pensar que Deus sabe exatamente quem são os seus filhos mais capacitados a suportar determinadas provas. Ele está me ensinando que tenho que me aceitar e me amar como sou e tenho feito isso com muito orgulho todos os dias!!!


Marcele Mendes e Silva

Dedico esse texto a todos aqueles que lutam,que são guerreiros e que não se vitimizam por uma deficiência!Em especial a mães e Pais de filhos especiais!

Carro que dirige sozinho: tecnologia irá ajudar pessoas com deficiência

05:27:00

Para pessoas com deficiência dirigir e percorrer pela cidade não é tarefa fácil, mesmo com transportes públicos e veículos especiais para atender a dificuldade ainda requer a ajuda de amigos e familiares para a locomoção. Uma novidade que vai agradar principalmente aos deficientes físicos é o carro que dirige sozinho.
Quem nunca pensou em entrar no veículo próprio e ser guiado de modo independente? O Google lançou atualmente o projeto chamado Self-Driving Car já testado nas ruas da Califórnia. Foram lançados dois modelos, um deles chamado carro Lexus composto por computadores e sensores de bordo. O modelo segunda geração não possui volante ou pedais.

Deficientes já testaram o carro

A máquina foi testada por Steve Mahan, diretor-executivo dos Santa Clara Valley Blind Center. Mahan tem deficiência visual e diz que sente muita falta de dirigir e afirma em entrevista que esta será uma grande novidade para comunidade cega.

Funções da máquina

O veículo é projetado com a tecnologia “push-button” facilitando a locomoção tornando o ato de dirigir seguro, fácil e agradável. O carro é capacitado para “comunicar-se” com o homem por meio de sensores responsáveis por detectar a localização, obstáculos fixos e móveis. Obedece as regras de trânsito com a ajuda de algoritmos e controladores sofisticados que eliminam o controle humano.
O carro poderá custar cerca de US $ 7.000 a US $ 10.000 a mais do que um veículo comum. Alguns automóveis com direção assistida já andam pelas ruas nos Estados Unidos, mas ainda há muito o que melhorar nessas máquinas. Por enquanto, não são capazes de identificar imprevistos, como áreas em construção, mudanças de tempo e semáforos quebrados.
Veja o vídeo a seguir:

Uma ideia que desperta interesse em diversas marcas
Não só o Google utiliza dessa tecnologia, como também outras marcas automotivas querem desenvolver a mobilidade na criação de seus veículos. Mercedes, Audi, BMW e Ford trabalham para criação do próprio carro com direção-assistida.
A máquina proporciona não só benefícios para a população com deficiência, sobretudo para o meio ambiente, pois o consumo de combustível é reduzido em até 90%. Pessoas comuns também poderão se interessar pelo carro, graças a comodidade e conforto de poder ser guiado sem preocupação.

POSSO ENTRAR NO SEU CLUBINHO? - Campanha é criada para produzir livro infantil sobre inclusão!

18:00:00

Uma das melhores formas de acabar com o preconceito, é ensinando desde cedo as nossas crianças.  E é justamente isso que "Casal Geek" quer alcançar através de um livro infantil que criaram.
 
O livro se chama “Posso entrar no seu clubinho?”. Uma história muito divertida, onde 4 crianças lidam muito bem com as diferenças e mostra que todas as crianças podem brincar juntas.

Além de fazer com que as crianças entendam e respeitem as diferenças, o livro também pode ser lido por crianças com deficiência que poderão se identificar com os personagens do livro.

Veja o vídeo aqui em baixo e se encante com o projeto:

video-livro from William Fernandes on Vimeo.

Mas para que o livro seja produzido, o casal criou uma campanha de arrecadação onde todo mundo pode colaborar com valores a partir de R$18,00, sendo que todos que colaborarem poderão ganhar livros em troca. 
É importante salientar que para os livros serem impressos e entregues, depende conseguir bater a meta no Catarse, ou seja, se não bater a meta, o Catarse devolve o dinheiro de todos os apoiadores e o livro não será impresso.
Para maiores informações, acesse:
www.catarse.me/papaigeek


SITE DE NAMORO LANÇA APLICATIVO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL

05:06:00


Namorar é bom, mas algumas barreiras de comunicação podem impedir que duas pessoas se encontrem e iniciem um relacionamento. Atualmente, na era das relações virtuais, à distância, a tecnologia é uma aliada. E todas as inovações que permitem a inclusão de fato, o acesso real, devem ser comemoradas.

Foi com a proposta de incluir verdadeiramente, de aproximar pessoas, que o site de relacionamento ‘ParPerfeito’ lançou um aplicativo com recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência visual. Disponível em um primeiro momento apenas para smartphones iOS (clique aqui), o app prioriza a opção de tela em alto contraste e o serviço de VoiceOver.

O desenvolvimento teve apoio de técnicos do Instituto Benjamin Constant, que fizeram testes e sugeriram melhorias, como alterações das cores para alto contraste e mudança da posição de alguns botões.

“Após alguns testes feitas pelos servidores José Francisco de Souza e Jorge Fiore de Oliveira Junior, especialistas em Tecnologia Assistiva, considerou-se o aplicativo ParPerfeito uma ferramenta a mais para que as pessoas cegas possam interagir entre si e com outras pessoas sem deficiência, buscando relações inclusivas”, afirma Maria da Gloria, assessora da direção geral e presidente da Comissão de Acessibilidade do Instituto Benjamin Constant.

Fundado em 2000, o ‘ParPerfeito’ tem 30 milhões de usuários. O sistema permite buscas detalhadas por critérios específicos dos perfis cadastrados, ferramentas de interação entre os usuários, política de privacidade, além da facilidade de navegação.

A marca pertente ao Match Group LatAm e, segundo Gaël Deheneffe, presidente do grupo, a participação do Instituto Benjamin Constant foi fundamental no resultado final do aplicativo. “Pretendemos adaptar futuramente outros sites e aplicativos do grupo também versões acessíveis”, diz. O grupo é dono ainda do Tinder, Divino Amor (direcionado a evangélicos), Match.com, SingleParentMeet (aplicativo de relacionamento especializado em pessoas solteiras que têm filhos) e G Encontros (voltado ao público LGBT).

O Brasil tem, conforme informações do Censo IBGE 2010, aproximadamente 6,5 milhões de pessoas com deficiência visual. Desse total, 528.624 são cegas e 6.056.654 têm baixa visão ou visão subnormal.



Fonte Estadão

ATLETAS OURO NA BOCHA MOSTRAM EM SUAS HISTÓRIAS O VALOR DO ESPORTE COMO INCLUSÃO.

05:17:00

Antônio Leme e Evelyn Oliveira comemoram medalha

 Das 12 medalhas de ouro conquistadas pelo Brasil na Paraolimpíada do Rio, uma delas, a da bocha classe BC3, para pessoas com restrições severas de movimentos, se destaca pelo simbolismo e pelo incremento do valor do esporte no país como instrumento de inclusão.

Evelyn Oliveira, 39, o cérebro e a estrategista do grupo, e Antonio Leme, 48, o coração e a emoção das disputas, mais Evani Soares Silva, 26, que não chegou a atuar em quadra, a bordo de suas cadeiras de rodas motorizadas e com auxílio técnico para selecionar as calhas -que projeta bolas para a frente-, protagonizaram um dos momentos mais marcantes dos jogos, ao gritarem de alegria quando venceram, na final, a favorita Coreia do Sul por 5 a 2 na última segunda-feira (12).

Por trás da conquista dos dois paulistas que, em jogos nacionais, são rivais por títulos e estavam havia anos tentando compor a seleção brasileira de bocha, há o enfrentamento de desafios cotidianos básicos, como o ir e vir, para se manterem atletas.

Antônio, o Tó, treina há dez anos em Jacareí, no interior de SP. Como teve, em razão de paralisia cerebral ao nascer, reflexos diversos no corpo e na fala -usa o pé direito para manusear os controles da cadeira de rodas e o nariz para digitar ao celular-, tem os irmãos Rosangela, Osvaldo e Fernando como apoiadores e suporte dentro e fora das arenas.

"A bocha mudou a minha vida. Amo o que eu faço", diz Antonio, cujas falas são interpretadas por Fernando, seu braço direito.

O hoje campeão paraolímpico viveu até 2012 vendendo salgados, doces, jornais velhos e bananas de sua cidade. No final do dia, não raro era assaltado e perdia tudo o que havia ganhado com o trabalho. Por mais de dez anos, não teve cadeira de rodas moderna e se deslocava em um modelo manual, com a força de uma das pernas.

Foi alfabetizado em casa porque nenhuma escola o acolheu inclusivamente.

"Mexiam comigo, me humilhavam e riam de mim. Aprendi a ler e escrever bem mais tarde. E foi com o esporte que encontrei meu caminho. O esporte tem condição de mostrar que somos iguais."

O atleta treina no clube da Cepac (Associação Criança Especial de Pais e Companheiros) e lamenta ter começado tarde a ser esportista (com mais de 30 anos).

CÉREBRO

Enquanto Tó tem sorriso aberto e muita expressividade, Evelyn, que treina pelo Sesi-SP e mora em Suzano, é mais tímida e compenetrada.
Mantém unhas compridas e coloridas e os cabelos bem-arrumados. Em competições, fica compenetrada na técnica e na escolha das melhores calhas para atingir o objetivo de pontuar -aproximando mais bolas da equipe de uma bola de referência lançada no início da partida.

Para ela, a conquista do ouro é consequência de um trabalho que gera resultados desde 2013. "Foi diferente chegar à final com os melhores do mundo e ganhar, mas sabíamos que era possível".

Nascida em berço humilde, com pai vigilante e mãe auxiliar de enfermagem, ela treina três vezes por semana por até oito horas. Ao ser diagnosticada com atrofia muscular espinhal, enfermidade degenerativa que também acomete seu irmão, Anderson, igualmente atleta da bocha, recebeu a sentença de que viveria até os 14 anos.

Medalhistas de ouro do Brasil da esquerda para a direita, Evelyn Oliveira, Antônio Leme e Evani Soares

"Meus pais sempre fizeram de tudo para que eu e meu irmão tivéssemos boa qualidade de vida. Nos deram alfabetização em casa porque as escolas nos rejeitaram. O acesso à educação formal e a uma cadeira de rodas só tive aos 18 anos", declara.

Segundo Evelyn, a bocha exige investimentos pesados para os atletas com deficiências graves. "Precisamos trocar sempre os equipamentos, que são importados e muito caros, precisamos de apoio técnico, carros adaptados."

A campeã paraolímpica, que estuda publicidade e propaganda, afirma estar preparada para a evolução natural de sua doença, que pode tirar-lhe ainda mais mobilidade e sua competitividade.

"A bocha é um esporte inclusivo, um esporte de possibilidades. Por mais que a deficiência venha a avançar, se houver o desejo e a vontade de jogar e disputar, existem novas formas de adaptação para se manter competitivo."

Sobre o futuro, ela diz que é um ponto de interrogação.

"Aqui [no Rio] o clima está maravilhoso. A torcida foi fantástica. As pessoas nos abraçam, querem fotos, contato. O futuro, ainda não sei. Penso que teremos muita pressão por mais resultados. Espero contar com os apoios de que precisamos."


CONTOS ERÓTICOS - Baseados em Fato Reais

17:38:00

VÍDEO MOSTRA O ENSAIO SENSUAL DE BRITÂNICA MEDALHA DE OURO NOS 400M T43-44

05:27:00

A velocista britânica Hannah Cockroft em ensaio sensual


A velocista britânica de cadeira de rodas Hannah Cockroft já mostrou nas pistas do Engenhão que é uma das mais velozes do mundo. Ela foi medalha de ouro nos 400 metros T43-44, nesta quarta-feira.
Mas, há um ano, ela mostrou que também talento como modelo. Um vídeo, divulgado pela marca Panache, mostra o ensaio sensual de Hannah. Confira acima.
"É hora de reconhecer as mulheres inspiradoras", diz o slogan da campanha.
- Estou muito realizada e feliz por fazer parte disso - disse Hannah na ocasião.




Paralimpíada da Beleza: Conheça as musas e musos dos Jogos Paralímpicos - Rio 2016

06:55:00


Estamos acostumados com os padrões de beleza que a sociedade impõem sobre nós, corpos magros, definidos, perfeitos... Mas a beleza vai muito além!

Prova disso são as pessoas com deficiência que fogem totalmente do padrão e mesmo assim possuem uma beleza notável mas que nem todos conseguem enxergar.

Nas últimas semanas tivemos a Paralimpíada Rio 2016, onde vários paratletas com variadas deficiências chamaram atenção por suas habilidades e também pela beleza. 

Veja a lista a seguir, de alguns desses paratletas que se destacaram:

TIME FEMININO:

Jessica Jane Applegate - Grã Bretanha- Natação

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Maya Nakanishi - Japão - Atletismo




Hannah Cockroft - Corrida em Cadeira de Rodas - Britanica



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Birgitte Reitan - Hipismo - Noruega



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Nuria Soto - Espanha - Natação

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Amy Purdy - Snowboarder - EUA
Ela participou da cerimônia de abertura, mas não competiu nenhuma disputa






Jessica Long - Natação - USA







Abassia Rahmani - Atletismo - Suiça




Marinalva de Almeida - Vela - Brasil









Gelson Jose da Silva Junior - Basquete em Cadeira de Rodas / Brasil             





Jonnie Peacock - Atletismo / Reino Unido



Jon-Allan Butterworth - Ciclismo / Reino Unido               

Talisson Glock - Nadador/Brasil






Bradley Snyder - Swimming/USA





Trevon Jenifer - Wheelchair Basketball/USA





Luciano Bezerra Dantas - Halterofilismo - Brasil
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David Behre - Atletismo - Alemanha
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André Brasil - Nadador - Brasil
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Colaboração: Thaíse Maki e Ana Carolina de Oliveira
Fotos: Google
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