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Tiro Esportivo

05:43:00

História
A história do tiro esportivo nos Jogos Paraolímpicos começou em 1976, em Toronto. A primeira edição da modalidade, no entanto, foi disputada apenas por homens. Mas isso não durou muito. Já em Arnhem-1980 as mulheres entraram na briga por medalhas. O tiro esportivo, por sinal, tem um histórico de muitas mudanças ao longo das edições das Paraolimpíadas.
Em 1984, ano em que os Jogos foram disputados em duas cidades — Nova York, nos Estados Unidos, e Stoke Mandeville, na Inglatera —, as categorias mistas do tiro esportivo foram retiradas do programa. Oito anos mais tarde, nova mudança. Em Barcelona-1992, as provas mistas retornaram, mas desta vez substituindo as disputas no feminino. O tiro voltou a ter provas masculinas, femininas e mistas quatro anos depois, em Atlanta-1996, formato utilizado até hoje.
A história do Brasil no tiro esportivo paraolímpico é ainda mais recente. A modalidade deu seus primeiros passos em 1997, no Centro de Reabilitação da Polícia Militar do Rio de Janeiro. O caminho até as Paraolimpíadas foi longo. Participando aos poucos de competições internacionais, o país fez sua primeira aparição nos Jogos em Pequim-2008, com o atleta Carlos Garletti.

Classificação
O tiro utiliza um sistema de classificação funcional que permite que atletas com diferentes tipos de deficiência possam competir juntos, tanto no individual como por equipes. Dependendo das limitações existentes (grau de funcionalidade do tronco, equilíbrio sentado, força muscular, mobilidade de membros superiores e inferiores), e das habilidades que são requeridas no tiro, os atletas são divididos em três classes: SH1, SH2 e SH3. Mas as competições paraolímpicas incluem apenas as classes SH1 e SH2. A diferença básica entre SH1 e SH2 é que atletas da SH2 podem usar suporte especial para a arma, que obedecem às especificações do IPC. Os atletas da SH3 possuem debilitação visual.
A classificação do Tiro é dividida em três classes principais:
SH1
Atiradores de pistola e rifle que não requerem suporte para a arma
SH2
Atiradores de rifle que não possuem habilidade para suportar o peso da arma com seus braços e precisam de um suporte para a arma
SH3
Atiradores de Rifle com deficiência visual

Curiosidades


Domínio masculino
O tiro esportivo teve seis provas mistas nas Paraolimpíadas de Londres-2012. Na disputa que mistura atletas do masculino e do feminino, os homens levaram ampla vantagem. Das 18 medalhas que estavam em jogo, 17 foram conquistadas por homens. A única mulher que conseguiu um lugar no pódio nos Jogos de Londres foi a chinesa Cuiping Zhang.
Na prova de 10m de rifle deitado na classe SH1, Zhang somou 705,8 pontos e ficou com o terceiro lugar geral, garantindo a medalha de bronze. O ouro ficou com o francês Cedric Fevre e a prata com o britânico Matthew Skelhon.
Assista ao vídeo:



Via: www.brasil2016.gov.br

Triatlo - PARALIMPÍADAS RIO 2016

04:05:00

História
Nova modalidade a integrar o programa paralímpico a partir do Rio-2016, o triatlo vem ganhando cada vez mais adeptos. A prova engloba 750 m de natação, 20 km de ciclismo e 5 km de corrida, e pode ser praticada por pessoas com variados tipos de deficiência, como cadeirantes, amputados ou cegos. Juntamente com a canoagem, o triatlo foi escolhido pelo Comitê Paralímpico Internacional (IPC) entre sete esportes candidatos e anunciado oficialmente em dezembro de 2010.

Há algumas adaptações em relação à modalidade convencional, como a possibilidade de paraplégicos ou cadeirantes usarem a handycle, uma bicicleta manual em que os pedais são impulsionados com as mãos. O trecho de corrida pode ser realizado com a cadeira de rodas. Em 2016, a competição será realizada na praia de Copacabana.

Classificação
PT1 - Cadeirantes
Atletas com comprometimentos que impedem a capacidade de conduzir de forma segura uma bicicleta convencional e de correr. Os atletas devem usar um handcycle na etapa de ciclismo e uma cadeira de rodas na etapa de corrida. Para se enquadrar nessa categoria, os atletas devem ter uma pontuação de até 640,0 pontos na avaliação de classificação.
PT2
Atletas com comprometimentos como: deficiência nos membros, hipertonia, ataxia e/ou atetose, carência de força muscular e amplitude de movimentos diminuída, entre outros. Nas etapas de ciclismo e corrida, atletas amputados podem utilizar próteses ou outros dispositivos de apoio aprovados. Para se enquadrar nessa categoria, os atletas devem ter uma pontuação de até 454,9 pontos na avaliação de classificação.
PT3
Atletas com comprometimentos semelhantes aos da categoria PT2, mas que obtiverem uma pontuação entre 455,0 e 494,9 pontos na avaliação de classificação. Nas etapas de ciclismo e corrida, atletas amputados podem utilizar próteses ou outros dispositivos de apoio aprovados.
PT4
Atletas com comprometimentos semelhantes aos das categorias PT2 e PT3, mas que obtiverem uma pontuação entre 495,0 e 557,0 pontos na avaliação de classificação. Nas etapas de ciclismo e corrida, atletas amputados podem utilizar próteses ou outros dispositivos de apoio aprovados.
PT5 – Deficiência visual total ou parcial (Dividida nas subcategorias B1, B2 e B3)
Atletas totalmente cegos, desde os que não têm nenhuma percepção de luz até os que têm percepção da luz, mas que são incapazes de reconhecer o formato de uma mão a qualquer distância (B1), além de atletas com deficiências visuais, cuja acuidade visual seja menor que 6/60 de visão ou cujo campo visual seja inferior a 20 graus na condição de melhor visão corretiva (B2-B3). Um guia de mesma nacionalidade e sexo é obrigatório durante toda a prova. Nesta categoria, os atletas e seus guias devem montar uma bicicleta Tandem (de dois lugares) durante a etapa de ciclismo.


As provas
Masculino e feminino.
Curiosidades
Ver o triatlo nos Jogos Paraolímpicos é um desejo antigo do ex-triatleta Rivaldo Martins. O brasileiro praticava a modalidade antes de sofrer um acidente de carro e perder parte da perna esquerda. Como o esporte ainda não fazia parte da programação, Rivaldo disputou três edições das Paralimpíadas no ciclismo e na natação. Após a aposentadoria, o tetracampeão mundial passou a ser técnico da delegação brasileira

Fonte Rio 2016

Documentário aborda como pessoas com deficiência lidam com a moda.

05:52:00


De pouco em pouco, a moda caminha para a inclusão. Surgem marcas que oferecem collants e binders de vários tons de cor da pele, linhas de roupas que são desenvolvidas com o público LGBT e coleções feitas apenas em tamanhos grandes. Entre as minorias, estão também as pessoas com deficiência, que constantemente não são lembradas como consumidoras na moda.
“Nós somos corpos invisíveis para a moda”, afirma Michele Simões, estilista e autora do blog Guia do Viajante Cadeirante e do evento Fashion Day Inclusivo. Ela se tornou cadeirante após sofrer um acidente em 2006 - foi partir daí que se originou o projeto # MEU CORPO É REAL. Através de um minidocumentário, a estilista deu voz a pessoas com diferentes tipos de deficiência para falar justamente sobre como a moda não enxerga esse público como consumidores - e fazer essa indústria perceber isso. “A moda tem um padrão hegemônico. Será que é só esse corpo que existe? Então nosso corpo não existe", diz Michele.
A partir dos bastidores de um ensaio fotográfico, o vídeo mostra os problemas e desejos que pessoas com deficiência enfrentam ao lidar com moda. "Todas as roupas eu tenho que ajustar. Se tenho que ajustar, é porque a indústria não está preparada para me atender", aponta uma das entrevistadas. Outra, por sua vez, lembra a importância da representatividade: "eu gostaria de abrir uma revista e ver uma cadeirante, ver uma pessoa amputada".
No entanto, vale observar que o # MEU CORPO É REAL busca ir ainda além: a ideia é falar sobre corpos reais como um todo. No Instagram, por exemplo, o projeto compartilha fotos de outras minorias falando sobre a relação de seus corpos com a moda. E no fim, sempre há uma reflexão em comum: afinal, para quais corpos a moda trabalha?
Assista ao minidocumentário do projeto:





A mídia aposta no que a sociedade gosta de ver!

07:40:00
 

Nessa semana foi divulgada uma foto da campanha #SomosTodosParalímpicos, onde  o anúncio traz Cléo na pele Bruna Alexandre, paratleta do tênis de mesa, e Paulo no corpo de Renato Leite, da categoria vôlei sentado.

Mas, a campanha não foi bem sucedida e acabou recebendo uma "chuva de crítica". 

O que muitos alegam é que poderia ter sido usado alguma pessoa com deficiência de verdade para representar, não sendo necessário o uso do photoshop para fazer de conta que alguém tem uma deficiência. Algumas pessoas com deficiência, de certa forma,  se sentiram ofendidas e disseram que não se sentem representadas de verdade.

Críticas e mais críticas... Mas quero te convidar para refletir e pensar de quem é a culpa de tudo isso.

Pois bem, todos nós sabemos que o principal objetivo da mídia é a visibilidade. Quanto mais acessos, melhor!

Infelizmente, os atores globais chamam muito mais atenção do que alguém com deficiência, por serem mais conhecidos. Faça um teste e pergunte para alguém se conhece o Daniel Dias (nadador paralímpico), ou se conhece a Paola Antinini (a musa dos Jogos Paralímpicos)... Nem mesmo algumas pessoas com deficiência os conhecem!

A questão é que a mídia aposta no que -parte- da sociedade quer ver. E a culpa não é da campanha, tão pouco dos atores. A culpa é da sociedade que não apoia em nada a nossa causa, que acha ruim quando o seu filho recebe um novo coleguinha com deficiência, que reclama da demora do cadeirante subir no ônibus, que estaciona na vaga reservada de estacionamento, que tira o seu filho de perto de uma pessoa com deficiência, que finge ser "amigo dos Cadeirantes" só porque acredita que por tá comprando uma rifa já tá ajudando...

É claro que não podemos generalizar, existem muitas pessoas que realmente apóiam a nossa causa. As coisas estão melhorando pra gente, até discussões como essas colaboram com isso. Mas, não vejo a Cleo, nem o Paulinho, como vilões da história. Eles só fazem parte da mídia e do que o povo "aceita" ver...É triste, mas é a realidade!

Pais criam cadeira de rodas caseira para filhinha de 2 anos (e ela amou!)

06:04:00



Essa é uma daquelas histórias em que usamos sabiamente a máxima: “Se a vida lhe der limões, faça uma bela limonada”.

Evelyn Moore foi diagnosticada com um tumor na espinha aos 4 meses de idade. O tumor estava esmagando uma de suas vértebras e é como se ela fosse portadora de espinha bífida. Após 8 rodadas de quimioterapia, o tumor entrou em remissão. Porém, Evelyn ficou paralisada da cintura para baixo.

“Você vai para casa e chora. No outro dia, acorda e são a mãe e o pai mais fortes do mundo, porque você simplesmente não tem outra opção”, confessa a mãe da bebê, Kim.

A GRANDE IDEIA QUE TROUXE LIBERDADE A EVELYN









Kim contou à ABC News que estava navegando pelo Pinterest quando achou uma cadeira de rodas super bacana.

Ela, então, perguntou ao marido se ele conseguia construir algo parecido e, depois de uma volta pelos estabelecimentos da cidade a procura de peças, um assento e os menores pneus possíveis, a cadeirinha de rodas de Evelyn estava pronta.

“Primeiro, ela aprendeu a ir para trás e depois para frente. Em pouco tempo descobriu como virar e, agora, temos uma lombada no meio da nossa sala, porque ela virou uma ‘ligeirinha’”

, contou Kim.

EVELYN É TRATADA COMO QUALQUER OUTRA CRIANÇA DE 1 ANO

De acordo com a mãe da garota, as pessoas ficam felizes por notarem que ela trata a filha como qualquer outra criança de 1 ano de idade.

“Algumas crianças já andam nessa idade e outras não. Evelyn vem rodando atrás de mim pelo mercado”, informou.

Kim disse que tudo que elas precisam fazer juntas leva, no mínimo, 2 horas e meia para ser feito, porque todo esforço está concentrado nos bracinhos da filha.

A NOVA CADEIRA

Evelyn agora está sendo treinada para utilizar uma versão industrializada da sua cadeira, chamada de ZipZac.

A nova cadeira permite que a garota consiga ficar em outras posições e que fique sentada mais adequadamente. Porém, ela tem maior dificuldade para girar as rodas.

“Ela tem que fazer mais força e, por isso, treinamos todos os dias”, contou Kim.

Veja no vídeo abaixo como Evelyn se movimenta com agilidade com a sua pequena cadeira de rodas e a felicidade inocente de criança estampada em seu rostinho… <3


Jovem com condição rara faz sucesso como blogueira de beleza.

05:11:00

Marimar Quiroa é uma californiana de 21 anos que sabe se maquiar como ninguém. Mais que isso: ela é uma blogueira de beleza que tem mais de 111 mil seguidores no YouTube. "Meu canal é para apoiar a comunidade com deficiência auditiva e outras pessoas também", ela diz na descrição da sua página.
Marimar nasceu com um higroma cístico, uma condição rara de saúde que consiste em um tumor benigno. Por isso, ela precisa da ajuda de uma espécie de tubo para conseguir respirar, e fala através da língua de sinais. A jovem já fez diversas cirurgias para reduzir o tamanho do cisto, e dois anos atrás, decidiu começar o seu canal no YouTube para dividir seus truques de beleza.
"As pessoas dizem que eu sou bonita e que amam a minha maquiagem. [Mas] eu já encontrei pessoas negativas, tanto no YouTube quanto no meu cotidiano", ela contou em um vídeo do Barcroft TV. "Quando vejo que estão me encarando, ou eu digo para elas pararem ou apenas as ignoro. Mas se elas estão olhando para mim, eu as encaro de volta. E me recuso a virar até elas pararem de fazer isso".
Marimar está fazendo faculdade de Pedagogia, e pretende se tornar professora de crianças com deficiência auditiva. "Para mim, beleza é aceitar quem você mesmo do jeito que você é, e ignorar o que as outras pessoas te dizem. Você mostra como a sua beleza é. Não importa se o seu rosto é diferente. Aceite-se a si mesmo".
Veja um dos tutoriais de maquiagem dela:

Assista ao vídeo completo de Marimar no Barcroft TV (em inglês):

5 coisas que toda Pessoa Com Deficiência precisa saber

17:37:00

Vivemos em uma sociedade onde o acesso a informação ainda é difícil. Porém, a internet está aí e vem facilitando a vida de muitos nessa questão. 

Aproveitando justamente esse meio, venho compartilhar com você os 05 direitos importantíssimos que toda pessoa com deficiência precisa saber. São informações que muitos não têm conhecimento e precisamos compartilhá-las pois, fazem grande diferença na vida dessas pessoas. 

Confira agora as "5 coisas que toda Pessoa Com Deficiência precisa saber":

01- TODAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA PODE RECEBER CADEIRA DE RODAS DO SUS
       Toda Pessoa Com Deficiência tem o direito de receber aparelhos ortopédicos, assim como cadeira de banho, cadeira de rodas, cadeira motorizada, muletas, próteses, entre outros.
       Conheça a lei, e saiba mais detalhes, clicando AQUI.

02- PESSOAS COM DEFICIÊNCIA PODEM SOLICITAR ISENÇÕES DE IMPOSTOS NA COMPRA DE CARROS 0KM
      As pessoas portadoras de deficiência física, visual, mental severa ou profunda, ou autistas, ainda que menores de 18 (dezoito) anos, poderão adquirir, diretamente ou por intermédio de seu representante legal, com isenção do IPI, automóvel de passageiros ou veículo de uso misto, de fabricação nacional, classificado na posição 87.03 da Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados (TIPI).
      Saiba mais detalhes clicando AQUI.

03- PESSOAS COM DEFICIÊNCIA PODEM TEM DIREITO AO PASSE-LIVRE
      O Passe Livre é um programa do Governo Federal que proporciona a pessoas com deficiência e carentes, gratuidade nas passagens para viajar entre os estados brasileiros. O Passe Livre é um compromisso assumido pelo governo e pelas empresas de transportes coletivos interestadual de passageiros para assegurar o respeito e a dignidade das pessoas com deficiência. Vale destacar que esse é um direito que todos podem e devem defender ainda que não fosse regulamentado por lei. É um direito justo e é legal!
      Saiba maiores detalhes clicando AQUI

04- ACOMPANHANTES PODE RECEBER DESCONTO NA PASSAGEM AÉREA
      De acordo com informações retiradas do Portal da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), todas as empresas aéreas oferecem desconto de 80% na passagem aérea de acompanhantes obrigatórios para passageiros com necessidades especiais.
      Ou seja, o cadeirante paga 100% do valor da passagem, mas se ele precisa de um acompanhante para viajar, o acompanhante ganha desconto de até 80% de sua passagem.

Para conseguir este desconto, não é tão complicado assim, veja como o que se deve fazer, clicando AQUI.

05- VAGA PREFERENCIAL DE ESTACIONAMENTO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
      Contrário do que muitos pesam, o adesivo do símbolo de cadeirante não garante o direito de usar a vaga reservada. Para a Pessoa Com Deficiência ou mobilidade reduzida poder estacionar na vaga preferencial, é obrigatório o usa do Cartão Nacional de Estacionamento DeFis-DSV.
      Pela nova regra, todos os municípios brasileiros passarão a adotar um modelo único de credencial definido pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Para adquirir essa nova credencial, as pessoas com deficiência precisam fazer ou refazer o cadastro no órgão de trânsito municipal ou no Detran.
      Saiba maiores detalhes clicando AQUI.

É claro que existem muitos outros direitos, leis, todos eles podem ser encontrados principalmente na Lei Brasileira de Inclusão (LBI). Clique AQUI para baixar!

Caso tenha alguma dúvida, ou observação, nos encaminhe para o e-mail cantinhodoscadeirantes@hotmail.com 

Noiva cadeirante surpreende a todos ao se levantar e caminhar até o altar

05:27:00

Uma das partes mais emocionantes de um casamento é a caminhada da noiva até o altar. Mas, nesse caso, emoção foi pouco para descrever.

A noiva, Jaquie Goncher, de 25 anos, que ficou paralisada do pescoço para baixo desde os 17 anos, surpreendeu seus convidados ao se levantar da cadeira de rodas e caminhar até o altar.

A ATLETA QUE VIROU CADEIRANTE

Após sofrer um trauma na coluna vertebral em um acidente que aconteceu enquanto nadava, Jaquie foi desenganada pelos médicos. De acordo com eles, ela dificilmente voltaria a andar.

Mas a adolescente determinada não se entregou e, seis meses após o prognóstico médico, Jaquie já conseguia ficar em pé. Mesmo assim, nos oitos anos seguintes, a garota se locomovia com a cadeira de rodas.

O fato de ter sido uma atleta antes do acidente foi a parte mais difícil na adaptação de Jaquie à nova realidade, pois ela não era capaz de fazer seus treinos.

“Eu ia à academia e ficava tão frustrada que eu não queria mais voltar lá. Eu tentava, mas continuava fracassando e me sentia muito mal”, a garota confessou em uma entrevista para a revista Cosmopolitan.

O CASAMENTO MOTIVOU JAQUIE A VOLTAR A ANDAR

Um ano antes de seu casamento, Jaquie estabeleceu uma meta: ser capaz de se levantar e andar em seu casamento.

Como se pode ver abaixo nas fotos incríveis do casamento dela, ela não só conseguiu alcançar seu objetivo, como se superou e dançou com seu noivo. O amor realmente pode tudo e é a força que move o mundo.

Só podemos desejar uma vida inteira de felicidade, cumplicidade e amor aos dois!


Demorou um pouco para que Jaquie conseguisse encontrar sua motivação e trabalhar em direção ao seu objetivo. 

Enfim, o grande dia chegou!



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